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Escolas da Série Ouro do Rio Prometem Competição Intensa pelo Título

Em 2026, a disputa pelo título na Série Ouro, o antigo grupo de acesso do Rio de Janeiro, promete ser extremamente competitiva. Entre as sete escolas que vão se apresentar na sexta-feira (13) e as oito no sábado (14), estão agremiações que já desfilaram no Grupo Especial e até conquistaram campeonatos.

Histórico das Escolas

O Império Serrano é um exemplo, tendo conquistado os títulos do grupo principal em 1960, 1972 e 1982. A Estácio de Sá também é destaque, com uma vitória no carnaval do Rio em 1992. Essas escolas agora buscam a oportunidade de retornar ao topo da elite do samba.

Unidos de Padre Miguel: A Luta pelo Retorno

A lista de escolas que já estiveram na 'primeira divisão' também inclui a Unidos de Padre Miguel, que participou do Grupo Especial em 2025, mas foi rebaixada para a Série Ouro. Em 2026, a escola busca ascender novamente com o enredo 'Kunhã-Eté – O sopro sagrado da Jurema', destacando a trajetória da guerreira indígena Clara Camarão.

Desafios e Contestações

Após sentir-se prejudicada no julgamento que levou ao rebaixamento, a Unidos de Padre Miguel contestou as notas na Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, especialmente no quesito samba-enredo. A escola argumentou que a letra não foi bem compreendida devido ao uso de termos iorubás e que houve falhas na qualidade do som durante o desfile.

A Força Feminina na Avenida

Em 2026, a UPM exaltará a espiritualidade dos povos originários, destacando o protagonismo feminino através da figura de Clara Camarão. O carnavalesco Lucas Milato afirma que o enredo reflete a estrutura da escola, que valoriza a liderança feminina.

O Protagonismo de Clara Camarão

Clara Camarão, uma líder indígena do século 17, será a figura central do desfile, simbolizando resistência e coragem. A escola busca combater o apagamento histórico das mulheres, mostrando que o protagonismo feminino sempre existiu, mas foi silenciado.

A Trajetória Visual do Desfile

O desfile será composto por 22 alas e três alegorias que narram desde a ancestralidade indígena até a apoteose espiritual de Clara como uma entidade de luz. O objetivo é encantar o público com a verdade e a força da escola, através de uma estética que combina o barroco das batalhas com o verde místico da Jurema.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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