A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15) reuniu, em Campo Grande, centenas de participantes para um evento de grande impacto ambiental: a criação de um bosque de árvores nativas e frutíferas. Este evento simboliza um legado duradouro para a proteção das espécies migratórias.
Importância do Bosque da COP15
A secretária executiva da Convenção de Espécies Migratórias de Animais Silvestres, Amu Fraenkel, destacou a relevância da ação ao afirmar que ela representa a essência dos objetivos da COP15. O ditado 'pensar global, agir local' foi reiterado como central para a proteção das espécies migratórias.
Participação e Conexão com a Natureza
O tema do evento, 'Conectando a Natureza para Sustentar a Vida', uniu diplomatas, delegados, ambientalistas e a comunidade local em torno da criação do Bosque da COP15. A iniciativa visa promover a arborização urbana e oferecer um habitat seguro para a fauna local.
Esforços de Conservação
A bióloga Sílvia Ray Pereira destacou a importância estratégica do bosque para a expansão de áreas verdes na cidade, contribuindo para a saúde pública e a proteção de animais silvestres, como a arara-azul, que encontrará um ambiente propício para nidificação.
Deliberações da Plenária
Na plenária que antecedeu o encerramento da COP15, foram avaliadas e encaminhadas mais de 100 propostas, incluindo o Plano de Ação para a Conservação dos Grandes Bagres Migratórios Amazônicos e medidas para a proteção de tubarões e aves ameaçadas.
Espécies Protegidas
Após a plenária final, várias espécies foram incluídas nas listas de proteção da CMS, como o maçarico-de-bico-torto e o maçarico-de-bico-virado, evidenciando o compromisso global com a conservação da biodiversidade.







