O Estado de São Paulo confirmou, na noite de quarta-feira (4), a 12ª morte decorrente de intoxicação por metanol, uma substância tóxica encontrada em bebidas alcoólicas adulteradas. A vítima é um homem de 26 anos, residente em Mauá, na região metropolitana da capital paulista.
Casos de intoxicação e mortes no estado
Até o momento, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo registrou 52 casos confirmados de intoxicação por metanol. Os óbitos são distribuídos entre diversas cidades, incluindo São Paulo, São Bernardo do Campo, Osasco, Jundiaí, Sorocaba e Mauá. Os dados indicam que as vítimas variam em idades, com homens e mulheres afetados.
Investigações e ações do governo
Além das mortes já confirmadas, o governo paulista investiga quatro outros óbitos suspeitos em Guariba, São José dos Campos e Cajamar. Esses casos chamam a atenção para a gravidade do problema de bebidas adulteradas. Em resposta, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar a situação, enquanto operações policiais têm sido realizadas para apreender produtos ilegais e identificar os responsáveis pela adulteração.
Contexto da crise de metanol
O aumento dos casos de intoxicação por metanol está relacionado à comercialização de bebidas alcoólicas de origem clandestina ou sem procedência confiável, especialmente no ano anterior. A substância metanol é altamente tóxica e pode levar à morte em casos de consumo. Com a nova morte registrada em São Paulo, o número total de óbitos no Brasil chega a 17, destacando a necessidade de ações eficazes para combater essa crise.






