O município de Cambé encerrou o ano de 2025 com um balanço altamente positivo no mercado de trabalho. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a cidade registrou a criação de mais de 16 mil postos de trabalho com carteira assinada, consolidando o melhor desempenho anual desde o início da série histórica da plataforma, em 2020.
No total, foram registradas 16.063 contratações contra 15.534 desligamentos, o que resultou em um saldo positivo de 529 novas vagas. O setor que mais impulsionou esses números foi o comércio, seguido de perto pela indústria e pelo setor de serviços.
Setores que mais contrataram
A diversificação econômica de Cambé foi um fator determinante para o resultado. Veja como ficou a divisão por setores:
- Comércio: 6.277 admissões;
- Indústria: 4.297 novas vagas;
- Serviços: 4.256 contratações;
- Construção Civil: 1.107 vagas;
- Agropecuária: 126 registros.
Perfil do trabalhador cambeense
Os dados também revelam o perfil de quem ocupou essas vagas. Em 2025, o mercado absorveu 9.843 homens e 6.220 mulheres. Em relação à escolaridade, a grande maioria dos contratados (11.212) possui o ensino médio completo.
A faixa etária que mais conquistou oportunidades foi a de jovens entre 18 e 24 anos, com 4.564 registros, demonstrando a força do primeiro emprego e da mão de obra jovem na cidade. Trabalhadores com mais de 40 anos também tiveram destaque, somando 4.313 contratações.
Visão da gestão municipal
Para o prefeito Conrado Scheller, os números refletem a estabilidade administrativa e a força da mão de obra local. “Buscamos sempre estar do lado de quem entende o valor do trabalho. Por isso, Cambé se coloca em local de destaque, sem enfrentar as crises que atingem outros municípios”, afirmou o gestor.
O secretário municipal de Trabalho e Profissionalização, Eduardo Cazarim, projeta um 2026 ainda mais forte, focado na qualificação profissional. “Nossa meta é oferecer cursos para preparar a mão de obra para as demandas específicas das nossas empresas. Cambé continua evoluindo e crescendo junto com quem produz”, pontuou Cazarim.






