A Justiça decretou, neste sábado, a prisão preventiva do suspeito de assassinar a professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia, Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos. O crime ocorreu na noite de sexta-feira, dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, em Porto Velho.
Detalhes do Crime
Juliana foi atacada com golpes de faca e, apesar de ter sido socorrida, não resistiu aos ferimentos. O suspeito, João Júnior, é estudante da mesma faculdade e foi preso em flagrante.
Repercussão e Reações
Durante a audiência de custódia, o Ministério Público pediu a prisão preventiva de João como garantia da ordem pública, classificando o ato como covarde. A instituição afirmou seu compromisso em apurar o crime com rigor.
Manifestação da Faculdade
O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela faculdade, expressou profundo pesar, destacando que a violência não apagará o legado da professora, reconhecida por sua excelência acadêmica e ética.
Indignação da Assembleia Legislativa
A Assembleia Legislativa de Rondônia manifestou indignação pela morte de Juliana, afirmando que é inaceitável que mulheres continuem sendo vítimas de violência, especialmente em ambientes educacionais.
A reportagem não conseguiu contato com a defesa do acusado.





