A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde, segue monitorando o cenário epidemiológico das doenças respiratórias em Londrina.
Os dados mais recentes mostram a circulação de diferentes vírus respiratórios no município, com destaque para o vírus sincicial respiratório (VSR), influenza A e B, rinovírus e adenovírus, nesta ordem.
O Boletim das Síndromes Respiratórias divulgado nesta quarta-feira (1o) informa dois novos óbitos ocorridos na cidade: uma criança de um ano de idade e uma pessoa de 61 anos, ambos com comorbidades.
Os casos elevam o número de fatalidades por Síndromes Respiratória Aguda Grave (SRAG) para 26 neste ano, em Londrina.
Desses, 15 permanecem classificados como SRAG não especificada, seis tiveram confirmação para influenza e cinco para vírus sincicial respiratório (VSR).
Não há registro de óbitos por COVID-19 no período analisado.
Os dados são preliminares e permanecem em atualização contínua.
Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Fernanda Fabrin, o momento exige atenção, especialmente para crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. “Estamos observando a circulação simultânea de diversos vírus respiratórios.
Por isso, é fundamental que a população mantenha os cuidados de prevenção e, principalmente, atualize a vacinação contra a influenza.
A vacina continua sendo a forma mais eficaz de reduzir casos graves, internações e óbitos”, alertou.
Vacinação contra a gripe segue baixa entre as crianças.
Foto: Emerson Dias / NCom Vacinação entre crianças segue baixa A Secretaria Municipal de Saúde segue trabalhando em campanha pela vacinação contra a influenza, que permanece disponível nas Unidades Básicas de Saúde e nas atividades extramuros para população geral acima de 6 meses de idade.
Nesta quarta-feira (1o), a ação ocorre em formato drive-thru na esquina da Rua Ibiporã com a Avenida Juscelino Kubitschek, em frente à TV Tarobá, e em um posto móvel que será instalado na feira do estacionamento do Estádio do Café, das 19h às 21h30, para vacinar a população contra a gripe.
A cobertura vacinal entre os grupos prioritários de crianças e idosos segue abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, de 90%.
Entre as crianças de seis meses a cinco anos de idade a cobertura segue em 38%; já entre as pessoas com mais de 60 anos houve aumento de três pontos percentuais na comparação com a semana anterior, e no momento a cobertura está em 57%.
Síndromes são um terço dos atendimentos no PAI O boletim apontou que, ao longo da última semana, quase um terço das crianças atendidas no Pronto Atendimento Infantil (PAI) apresentavam sintomas de síndromes respiratórias.
Foram 776 atendimentos, o que representa aproximadamente 31% do total de 2.258 crianças atendidas no período.
Já os serviços de pronto atendimento destinados à população em geral registraram 15.259 atendimentos ao todo, dos quais perto de 15% estiveram relacionados à síndromes respiratórias.
Houve, ainda, 14 casos de internações entre adultos, e 20, entre crianças.
Recomendações Além de fazer o chamado para a vacinação, a Vigilância em Saúde reforça as orientações para evitar que haja o contágio pelos vírus que causam as síndromes.
Pessoas com sintomas respiratórios devem evitar o contato com indivíduos mais vulneráveis; Etiqueta respiratória é essencial, com higiene frequentemente das mãos e proteção do rosto ao tossir ou espirrar; Em caso de sinais de agravamento, como dificuldade para respirar ou febre persistente, procure atendimento médico.
O post Síndromes respiratórias são causa de um terço dos atendimentos infantis na saúde apareceu primeiro em Blog Londrina.
Fonte: blog.londrina.pr.gov.br









