O Fundo Amazônia ampliou significativamente o ritmo de aprovação de projetos desde 2023, conforme balanço divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo os dados, a média anual de aprovações saltou de cerca de R$ 300 milhões, registrada entre 2009 e 2018, para R$ 1,3 bilhão no período de 2023 a 2026. Esse avanço representa um aumento expressivo na destinação de recursos para iniciativas voltadas à preservação da Amazônia.
O Fundo Amazônia, que completou 18 anos, já soma R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados. As ações apoiadas abrangem prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, além de restauração florestal, regularização ambiental e territorial e incentivo à produção sustentável.
Entre 2023 e 2025, o desembolso médio anual chegou a R$ 224 milhões, superando a média de R$ 206 milhões registrada entre 2010 e 2018. O período recente, de 2023 a 2026, representa 57% de todas as aprovações e contratações feitas desde a criação do mecanismo.
O número de projetos aprovados também cresceu: a média anual passou de dez para 15 projetos, um aumento de 50%. Atualmente, o Fundo beneficia mais de 650 organizações, 169 terras indígenas, 192 unidades de conservação e cerca de 260 mil pessoas.
O crescimento foi impulsionado pela reativação da governança do Fundo, pela recriação da estrutura dedicada no BNDES e pela definição de novas diretrizes alinhadas às políticas públicas de combate ao desmatamento e ao desenvolvimento sustentável na região amazônica.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br









