A base do governo no Congresso Nacional apresentou um relatório à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, propondo o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. O documento alega que Bolsonaro comandava uma organização criminosa que teria fraudado descontos associativos do INSS.
Indiciamentos Propostos
Além de Jair Bolsonaro, o relatório sugere o indiciamento de 201 pessoas, incluindo o senador Flávio Bolsonaro, por envolvimento em organização criminosa. Dentre os indicados, 130 são pedidos formais de indiciamento, enquanto 71 nomes foram encaminhados à Polícia Federal para investigações mais aprofundadas.
Fraudes no INSS
As fraudes teriam sido facilitadas por mudanças na regulamentação durante o governo Bolsonaro, permitindo que entidades realizassem descontos de aposentados e pensionistas de maneira irregular.
Recomendações do Relatório
O relatório recomenda a criação de novas legislações para proteger beneficiários da previdência social contra práticas abusivas em operações de crédito consignado. Também sugere medidas para aumentar a segurança de dados de aposentados e combater a lavagem de dinheiro.
Relatório Alternativo
Os governistas contestam o relatório de Alfredo Gaspar, alegando que ele não possui maioria de votos. Eles defendem que o presidente da CPMI deve submeter o relatório alternativo à votação após o oficial.
Resposta dos Envolvidos
A defesa de Flávio Bolsonaro criticou o relatório governista, alegando que ele busca desviar a atenção do presidente Lula e de seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, mencionado no relatório de Alfredo Gaspar. A defesa de Jair Bolsonaro ainda não se posicionou.







