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PUC-Rio apura ofensas racistas contra Marielle Franco em grupo de WhatsApp

PUC-Rio investiga denúncias de racismo contra Marielle Franco em grupo de WhatsApp. Saiba mais sobre o caso e as medidas tomadas pela universidade.

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PUC-Rio apura ofensas racistas contra Marielle Franco em grupo de WhatsApp
PUC-Rio apura ofensas racistas contra Marielle Franco em grupo de WhatsApp
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A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) abriu investigação interna após denúncias de comentários racistas contra Marielle Franco em um grupo de WhatsApp formado por integrantes da instituição. A filha da vereadora, Luyara Franco, expôs o caso nas redes sociais, destacando que a memória de sua mãe foi novamente alvo de ataques e preconceito.

Segundo Luyara, uma das mensagens ofensivas utilizou termos racistas e questionou a forma como Marielle pagou seus estudos na PUC-Rio, onde ela cursou sociologia. A denúncia gerou indignação e pedidos de providências por parte da família e do Instituto Marielle Franco.

PUC-Rio repudia racismo e inicia apuração

Em nota oficial, a universidade informou que recebeu as denúncias pela Ouvidoria e pelo Canal Externo de Denúncias, e que todas as medidas administrativas e legais estão sendo tomadas. A PUC-Rio reforçou seu compromisso com uma educação antirracista e repudiou qualquer ato discriminatório.

Repercussão e histórico de ataques

O episódio ocorre pouco tempo após outra ofensa à memória de Marielle, durante um ato político próximo à universidade, quando apoiadores de Flávio Bolsonaro ironizaram o assassinato da vereadora. Luyara Franco e Anielle Franco, irmã de Marielle e deputada federal eleita, se manifestaram publicamente em defesa da memória da parlamentar.

Marielle Franco: símbolo de luta e justiça

Marielle Franco foi assassinada em março de 2018, junto com o motorista Anderson Gomes, após sair de um evento no centro do Rio de Janeiro. O caso teve grande repercussão nacional e internacional. Em 2024, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram condenados pelo crime, assim como outros envolvidos, incluindo ex-integrantes do Tribunal de Contas e da Polícia Civil do Rio.

O episódio evidencia a necessidade de combate ao racismo e à intolerância, reforçando o papel das instituições de ensino na promoção do respeito e da justiça social.

O Portal Cambé convida os leitores a compartilhar suas opiniões sobre o tema e seguir acompanhando as atualizações em nossas redes sociais.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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