O Campeonato Brasileiro alcançou um marco inédito na Copa do Mundo de 2026, com 32 atletas que atuam na Série A representando sete seleções diferentes. O número supera o recorde anterior, registrado em 1974, quando 27 jogadores do Brasileirão participaram do torneio.
Dez clubes da elite nacional têm representantes no Mundial, mostrando a força e a valorização do futebol brasileiro como mercado. Flamengo, Palmeiras, Grêmio, Botafogo, Santos, Internacional, Fluminense, Atlético-MG, São Paulo, Red Bull Bragantino, Athletico-PR e Vasco têm atletas convocados.
Brasil, Uruguai e Paraguai são os países com maior número de jogadores do Brasileirão em suas seleções, cada um com sete atletas. O Flamengo lidera entre os clubes, com nomes como Danilo, Léo Pereira, Alex Sandro, Lucas Paquetá, Guillermo Varela, Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta.
O Palmeiras também se destaca, com Joaquín Piquerez, Emiliano Martínez, Gustavo Gómez, Maurício (naturalizado paraguaio) e Flaco Lopez, que defende a Argentina. O Grêmio, Botafogo, Santos, Internacional, Fluminense, Atlético-MG, São Paulo e Red Bull Bragantino também têm jogadores convocados por diferentes seleções sul-americanas.
Além dos países já citados, Equador e Colômbia também contam com atletas do futebol brasileiro. O Atlético-MG, por exemplo, cedeu três jogadores ao Equador. A Colômbia convocou quatro atletas que atuam na Série A.
Pela primeira vez, um europeu foi chamado para a Copa enquanto joga no Brasil: Memphis Depay, do Corinthians, representará a Holanda. Já a Argentina volta a ter um atleta do Brasileirão em sua seleção após 18 anos.
Especialistas do setor esportivo destacam que o futebol brasileiro deixou de ser apenas exportador de talentos e passou a ser um mercado estratégico no cenário global, atraindo e mantendo jogadores de destaque em clubes nacionais.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br








