O levantamento Genial/Quaest realizado em maio de 2026 mostra que a avaliação positiva do governo Lula subiu de 43% para 46% entre os brasileiros, enquanto a desaprovação caiu de 52% para 49%. Com isso, o saldo negativo diminuiu de -9 para -3 pontos percentuais em relação ao mês anterior.
O destaque da pesquisa foi a mudança entre os eleitores independentes. Neste grupo, o saldo negativo recuou de -16 para -5 pontos percentuais. Entre lulistas e bolsonaristas, a avaliação permaneceu estável.
No cenário eleitoral para 2026, Lula lidera com 39% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro, que tem 33%. Juntos, os dois concentram 72% das preferências. Outros nomes, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, aparecem com 4% cada, enquanto Renan Santos tem 2%. Outros candidatos, como Augusto Cury, Cabo Daciolo e Samara Martins, pontuam 1% cada.
Em uma simulação de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro estão tecnicamente empatados, com 42% e 41%, respectivamente. Contra outros adversários, Lula venceria se a eleição fosse hoje: ele teria 44% contra 37% de Zema, 44% contra 35% de Caiado e 45% contra 28% de Renan Santos.
A pesquisa aponta que a percepção positiva do governo aumentou após a divulgação de notícias favoráveis. O percentual de pessoas que viram notícias positivas sobre a gestão subiu de 23% para 32%, enquanto as notícias negativas caíram de 48% para 43%.
Entre os fatos mais conhecidos estão o encontro de Lula com Donald Trump, que foi visto por 70% dos entrevistados e considerado positivo por 43% deles. O programa Desenrola 2.0 é conhecido por 57% da população e tem aprovação de metade dos brasileiros. Já a isenção do Imposto de Renda trouxe aumento de renda para 21% dos entrevistados, frente a 17% no mês anterior.
No campo institucional, o “Caso Master” envolvendo o senador Ciro Nogueira é conhecido por 46% dos brasileiros e é visto como um problema de todos os envolvidos, sem impacto direto apenas no governo ou oposição. Sobre a rejeição de Jorge Messias ao STF, 39% ouviram falar do caso; 38% consideram a decisão do Senado correta e 35% acham que foi um erro.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas presencialmente em 120 cidades entre 8 e 11 de maio de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de confiança. O estudo foi encomendado pela Genial Investimentos e registrado no TSE sob o número BR-3598/2026.
Fonte: quaest.com.br









