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Estudo destaca a necessidade de políticas públicas para menopausa

Um recente estudo do Instituto Esfera, divulgado em Brasília, destaca a urgência de políticas públicas específicas para mitigar os efeitos da menopausa nas mulheres. O relatório chama atenção especial para mulheres negras e aquelas em situações de vulnerabilidade.

Impactos na saúde e no trabalho

Clarita Costa Maia, pesquisadora envolvida no estudo, afirma que mulheres em situações vulneráveis, incluindo negras e residentes em comunidades carentes, são mais impactadas pela menopausa, tanto em termos de saúde quanto de mercado de trabalho. Este grupo, frequentemente responsável pelo sustento familiar, enfrenta dificuldades adicionais durante este período.

Questões de saúde mental

A pesquisa, que também contou com a colaboração da médica Fabiane Berta de Sousa, destaca que sintomas não tratados da menopausa podem agravar problemas de saúde mental, aumentando riscos de depressão e Alzheimer. Além disso, o fenômeno da menopausa precoce está se tornando mais comum, exigindo maior atenção das redes de saúde pública.

Consequências econômicas e sociais

As dificuldades enfrentadas pelas mulheres durante a menopausa têm reflexos econômicos significativos. A falta de políticas públicas estruturadas para lidar com essa fase acarreta custos elevados para a saúde pública e a economia. Estima-se que 29 milhões de mulheres no Brasil estejam passando por essa fase, com a maioria apresentando sintomas, mas poucas buscando tratamento.

Apelo por políticas públicas

O estudo defende que tratar a menopausa como questão de política pública não é patologizar o envelhecimento, mas sim reconhecê-lo como uma etapa natural que exige atenção e suporte institucional. A secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, ressalta que há um crescente foco na saúde da mulher, especialmente com o envelhecimento da população.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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