A reabertura do Museu de Arte de Londrina, realizada nesta quarta-feira (1º), representou mais do que a revitalização de um espaço cultural. O evento marcou o reencontro da cidade com um de seus marcos históricos, projetado por Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, e tombado como patrimônio nacional. Fechado por quase sete anos, o museu reacendeu lembranças e histórias de diferentes gerações que participaram da cerimônia.
Histórias de Vida e Arte
Durante o evento, visitantes compartilharam suas experiências pessoais ligadas ao museu. O artista plástico Agenor Evangelista, cuja obra integra o acervo, rememorou sua infância e juventude, quando trabalhou como engraxate em frente ao museu. Ele destacou a importância da continuidade dos investimentos no espaço, ressaltando a transformação de sua relação com o local.
O Impacto Cultural
Luciano Pascoal, jornalista e documentarista, apresentou o filme 'Londrina, a Cidade Moderna de Artigas' no evento. Ele destacou o significado simbólico do retorno ao museu, um espaço que considera sagrado para a cultura. Pascoal relembrou momentos de sua juventude ligados ao local, que era ponto de encontros e despedidas.
Memórias e Emoções
A aposentada Vitória Sahão, de 72 anos, relatou suas memórias de infância associadas ao prédio, reforçando o valor histórico e emocional do local. Ela expressou emoção ao participar da reabertura e destacou a importância da arte viva no espaço.
Perspectivas Futuras
O artista Claudio Azevedo, novo residente em Londrina, visitou o museu pela primeira vez e ficou impressionado com o potencial visual do edifício para a fotografia. Ele pretende frequentar o local regularmente, registrando eventos para gerações futuras.
Reencontros e Novas Gerações
Marcela Carvalho, de 21 anos, revisitou o museu, onde costumava ir com a família na infância. A jovem descreveu sua experiência de retorno como positiva e planeja visitar novamente para explorar as exposições com mais profundidade.








