A Universidade Estadual de Londrina (UEL) está acompanhando de perto a investigação da Polícia Civil, iniciada a pedido do Ministério Público, para identificar os responsáveis por mensagens com imagens de suástica e incitação à violência contra estudantes, compartilhadas recentemente em grupos de WhatsApp.
Segundo a UEL, as mensagens circularam após uma manifestação pacífica organizada por alunos nesta quinta-feira (8), no pátio do Restaurante Universitário. Apesar das ameaças virtuais, o protesto ocorreu sem incidentes, graças a um plano de contingência inédito na universidade, que envolveu toda a equipe de segurança do campus, monitoramento por câmeras e drones, além do apoio da Polícia Civil.
As primeiras apurações indicam que o autor das imagens discriminatórias não faz parte da comunidade universitária. O uso de símbolos nazistas é crime, conforme o artigo 20 da Lei 7.716/89, e o Código Penal também proíbe incitação pública à prática de crimes, como sugerido nas mensagens investigadas. O caso segue sob sigilo das autoridades.
O episódio gerou grande repercussão no Paraná e em todo o país, reforçando o debate sobre segurança e liberdade de expressão nos ambientes acadêmicos. A UEL reiterou seu compromisso com o respeito à democracia, ao diálogo plural e à proteção de seus estudantes e servidores.
O Portal Cambé segue acompanhando o caso e convida a comunidade a compartilhar opiniões e informações relevantes sobre o tema.
Fonte: operobal.uel.br






