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	<title>direitos humanos</title>
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	<description>Notícias de  Cambé e Região. &#34;Jornal On-Line&#34;</description>
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		<title>MPRJ fiscaliza apuração da morte de empresário durante ação policial na Pavuna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 07:53:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ação policial]]></category>
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					<description><![CDATA[MPRJ acompanha investigações da morte de empresário em abordagem policial na Pavuna e cobra esclarecimentos sobre protocolos adotados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ), está acompanhando de perto as investigações sobre a morte do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, de 29 anos, ocorrida na última quarta-feira (22) na Pavuna, zona norte do Rio de Janeiro.</p>
<p>O caso foi comunicado ao plantão de monitoramento, conforme previsto na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, que estabelece diretrizes para o acompanhamento de ações policiais em comunidades.</p>
<p>O GAESP/MPRJ segue monitorando o trabalho da Corregedoria da Polícia Militar e da Delegacia de Homicídios da Capital, que buscam esclarecer as circunstâncias da abordagem policial. O objetivo é identificar possíveis irregularidades nos protocolos operacionais e apurar a responsabilidade dos envolvidos, inclusive de agentes que não estavam presentes no local.</p>
<p>Segundo relatos de testemunhas, Daniel estava em um carro com dois amigos quando o veículo foi atingido por cerca de 23 disparos durante uma abordagem policial. O empresário teria sinalizado com os faróis para indicar que eram moradores da região, mas os tiros continuaram.</p>
<p>Dois policiais militares, o sargento Rafael Assunção Marinho e o cabo Rodrigo da Silva Alves, foram presos em flagrante pela Corregedoria da corporação, acusados de homicídio doloso. Ambos permanecem detidos após audiência de custódia, e o caso tramita na Justiça Militar.</p>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (CDDHC) também está acompanhando o caso. A comissão atendeu a viúva de Daniel e vai solicitar esclarecimentos à Corregedoria da Polícia Militar e à Secretaria de Segurança Pública sobre os protocolos adotados na ação e o uso de câmeras corporais pelos policiais envolvidos.</p>
<p>A presidente da CDDHC, deputada Dani Monteiro, destacou que o caso aponta para possíveis violações de protocolos e uso excessivo da força, em um contexto já marcado por outros episódios semelhantes na cidade.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/mprj-acompanha-investigacoes-sobre-morte-de-empresario-por-policiais" target="_blank" rel="noopener nofollow">agenciabrasil.ebc.com.br</a></p>
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		<title>Audiência pública discute projeto de reparação histórica para igualdade racial em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 07:03:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Audiência pública em SP debate PEC da Reparação, que cria fundo para políticas de igualdade racial. Projeto segue para votação no Congresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma audiência pública realizada na ocupação 9 de Julho, em São Paulo, reuniu cerca de 200 pessoas para debater o Projeto de Lei 27/2024, conhecido como PEC da Reparação. O encontro contou com a participação de representantes do movimento negro, como a Coalizão Negra por Direitos e a Unegro, além de parlamentares que apoiam a proposta.</p>
<p>O projeto, de autoria do deputado Damião Feliciano (União/PB), propõe a criação de um novo capítulo na Constituição Federal dedicado à promoção da igualdade racial. Também prevê a formação do Fundo Nacional de Reparação Econômica e de Promoção da Igualdade Racial (FNREPIR), que terá R$ 20 bilhões provenientes do orçamento federal e indenizações de empresas que lucraram com a escravidão.</p>
<p>Segundo o professor José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, o fundo será fundamental para financiar políticas públicas e privadas voltadas à inclusão social e à igualdade de oportunidades para a população preta e parda. Ele destacou a importância da mobilização social e do apoio de aliados para garantir a aprovação da proposta no Congresso Nacional.</p>
<p>O projeto deve ser votado em maio, conforme sinalização do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta. Por se tratar de uma alteração constitucional, será necessário o apoio de dois terços dos parlamentares em dois turnos na Câmara e no Senado.</p>
<p>O relator da proposta, deputado Orlando Silva (PC do B/SP), ressaltou que a luta contra o racismo é responsabilidade de toda a sociedade brasileira. Após aprovação no Congresso, a proposta seguirá para sanção presidencial e implementação das estruturas de funcionamento do FNREPIR.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/audiencia-publica-debate-pl-de-reparacao-historica-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener nofollow">agenciabrasil.ebc.com.br</a></p>
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		<title>Paradas LGBT+ do Rio de Janeiro se unem para fortalecer direitos e ampliar políticas públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 19:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Paradas LGBT+ do Rio se unem para fortalecer direitos, ampliar políticas públicas e trocar experiências entre municípios. Saiba mais sobre o movimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Paradas do Orgulho LGBT+ no Rio de Janeiro estão unindo esforços para fortalecer a luta por direitos e ampliar políticas públicas voltadas à comunidade. O evento, tradicionalmente realizado em bairros como Madureira, enfrenta desafios logísticos, como a necessidade de suspender fios elétricos e adaptar-se em caso de chuva, o que levou a organização a transferir a festa para o Parque de Madureira nos últimos anos.</p>
<p>Além das questões estruturais, os organizadores também lidam com resistência conservadora em municípios menores, onde o preconceito ainda é um obstáculo. Segundo Rafael Martins, do coletivo Arraial Free, a busca por apoio local, incluindo comerciantes e parceiros da região, tem sido fundamental para garantir a realização das Paradas, mesmo com recursos limitados.</p>
<p>Neste sábado, o centro do Rio recebe o Encontro Estadual de Paradas do Orgulho LGBTI+, promovido pelo Grupo Arco-Íris. O evento reúne representantes de pelo menos 35 municípios para debater estratégias, trocar experiências e construir um calendário estadual conjunto. A proposta é fortalecer a cooperação entre cidades e ampliar a visibilidade das mobilizações.</p>
<p>Durante o encontro, temas como organização prática, engajamento social, sustentabilidade e promoção de direitos são discutidos em rodas de debate. Ao final, serão apresentadas 25 recomendações para fortalecer os movimentos e definir prioridades políticas para a comunidade LGBT+ fluminense.</p>
<p>O Rio de Janeiro se destaca nacionalmente, com mobilizações em 38 de seus 92 municípios, sendo o estado com maior proporção de Paradas no país. Os organizadores ressaltam a importância da união e do apoio mútuo para enfrentar os desafios atuais e garantir a continuidade das manifestações em defesa da diversidade e dos direitos humanos.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/paradas-lgbt-do-rio-juntam-forcas-por-direitos-e-politicas-publicas" target="_blank" rel="noopener nofollow">agenciabrasil.ebc.com.br</a></p>
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		<title>Deputado Artagão Júnior representa Paraná em evento internacional sobre liberdade religiosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 21:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Artagão Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputado Artagão Júnior representa o Paraná em evento internacional sobre liberdade religiosa e direitos humanos em São Paulo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado estadual Artagão Júnior (PSD) está representando o Paraná na IPPFoRB Academy 2026, evento internacional realizado em São Paulo entre os dias 22 e 24 de abril. O encontro reúne parlamentares de várias regiões do Brasil para debater e fortalecer a liberdade religiosa e de crença.</p>
<p>Promovida pelo Painel Internacional de Parlamentares pela Liberdade de Religião ou Crença (IPPFoRB), a academia tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre padrões internacionais de direitos humanos e incentivar a criação de políticas públicas voltadas à defesa da liberdade religiosa.</p>
<p>Artagão Júnior foi indicado para participar como representante de uma das macrorregiões brasileiras, reconhecimento que destaca sua atuação em defesa dos direitos humanos no estado. Segundo o parlamentar, a troca de experiências com colegas de diferentes regiões contribui para o desenvolvimento de ações concretas no âmbito legislativo e regional.</p>
<p>A IPPFoRB Academy é considerada referência na capacitação de parlamentares, preparando-os para transformar princípios de direitos humanos em iniciativas práticas, tanto no Brasil quanto internacionalmente.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias/deputado-artagao-junior-psd-representa-o-parana-em-evento-internacional-sobre-liberdade" target="_blank" rel="noopener nofollow">www.assembleia.pr.leg.br</a></p>
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		<title>MPRJ reforça combate ao racismo em jogo da Libertadores no Maracanã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[MPRJ intensifica campanha contra racismo em jogo da Libertadores no Maracanã, com monitoramento e ações educativas nos estádios cariocas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) intensifica nesta quarta-feira (15) a campanha #EstamosVigilantes durante a partida entre Fluminense e Independiente Rivadavia, pela segunda rodada da Copa Libertadores da América de 2026, no Maracanã.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo prevenir e combater crimes de racismo e xenofobia em jogos internacionais das competições Libertadores e Sul-Americana. Promotores do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (Gaedest) estarão presentes em todas as partidas realizadas em estádios do Rio de Janeiro, monitorando as arquibancadas e atuando em casos de flagrante ou denúncia de atos discriminatórios.</p>
<p>Com apoio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Conmebol, a campanha foi iniciada no ano passado e já resultou na prisão e denúncia de três torcedores por práticas racistas em jogos do Fluminense e Botafogo. As ações permitiram ao Juizado Especial do Torcedor aplicar penas de até dois anos de prisão e proibição de frequentar eventos esportivos, artísticos ou culturais por três anos.</p>
<p>Segundo o promotor de Justiça Márcio Almeida, coordenador do Gaedest, o respeito é fundamental nas relações humanas e o combate ao racismo é prioridade. Ele destaca que o MPRJ busca incentivar atletas, torcedores e profissionais do futebol a assumirem o compromisso de combater práticas criminosas dentro e fora dos estádios, com resposta rápida da Justiça para quem descumprir a lei.</p>
<p>Para ampliar a conscientização, o MPRJ lança nesta quarta-feira um vídeo informativo da campanha, que será exibido na imprensa, telões dos estádios e redes sociais, em parceria com Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama e Botafogo. O conteúdo reforça a importância da participação ativa de todos para garantir um ambiente mais seguro e respeitoso, ressaltando que denunciar é um dever coletivo.</p>
<p>A campanha reúne jogadores dos principais clubes cariocas, torcedores, jornalistas, influenciadores, profissionais de segurança e serviços dos estádios, além dos promotores de Justiça, em um esforço conjunto para combater o racismo no futebol.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/campanha-do-mprj-combate-racismo-em-jogo-da-libertadores-no-maracana" target="_blank" rel="noopener nofollow">agenciabrasil.ebc.com.br</a></p>
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		<title>CNJ lança programa para incentivar cultura no sistema prisional até 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 01:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<category><![CDATA[SISTEMA PRISIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[CNJ lança programa Horizontes Culturais para promover arte e educação no sistema prisional até 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou a estratégia Horizontes Culturais, que visa promover atividades culturais, educativas e artísticas no sistema prisional brasileiro até 2027. A iniciativa contempla diversas linguagens, como artes plásticas, dança, música, cinema e fotografia, e é voltada para pessoas privadas de liberdade, egressos, familiares, servidores penais e profissionais da cultura.</p>
<p>O lançamento ocorreu no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e contou com a participação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que ressaltou a importância de investir em educação e cultura dentro dos presídios para estimular o pensamento crítico e a reconstrução das trajetórias pessoais.</p>
<p>O programa faz parte do Plano Pena Justa, que reconhece as violações de direitos no sistema prisional e busca promover políticas públicas para a transformação social. Durante o evento, foram apresentadas performances de ballet, competições de canto e peças teatrais que abordam temas como violência, exclusão social e busca por melhores condições de vida.</p>
<p>Além disso, o CNJ anunciou a doação de 100 mil livros da Fundação Biblioteca Nacional para as bibliotecas e escolas dos presídios do país, com gêneros variados, incluindo romance, poesia, história e ensaio. Segundo dados do Censo Nacional de Práticas de Leitura do Sistema Prisional de 2023, apenas 40% das unidades oferecem acesso à leitura ou outras formas de expressão artística.</p>
<p>A semana de atividades que antecedeu o lançamento foi realizada em sete unidades prisionais e espaços culturais no Rio de Janeiro, servindo como projeto piloto para futuras ações em outras regiões do Brasil. O CNJ destaca que a cultura é uma ferramenta essencial para a expressão humana, permitindo que os indivíduos narrem suas histórias e construam vínculos com a sociedade.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-04/cnj-quer-fazer-cultura-circular-nos-presidios-do-pais" target="_blank" rel="noopener nofollow">agenciabrasil.ebc.com.br</a></p>
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		<title>Nestlé e a Ditadura Militar: Revelações Sobre Vínculos e Financiamento à Repressão no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Documentos revelam o apoio financeiro da Nestlé à ditadura militar no Brasil e suas ligações com órgãos de repressão e tortura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Documentos e pesquisas recentes vêm revelando o envolvimento de grandes empresas brasileiras e multinacionais com o regime militar que governou o Brasil entre 1964 e 1985. Entre elas, a Nestlé, multinacional suíça do setor alimentício, aparece ligada a órgãos e ações que apoiaram a repressão durante o período.</p>
<p>O podcast &#8220;Perdas e Danos&#8221; dedicou um episódio para detalhar a relação da Nestlé com o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES), um grupo conservador que colaborou para a instauração do golpe de 1964. Registros do Arquivo Nacional comprovam que o então presidente da Nestlé Brasil, Gualter Mano, realizou contribuições financeiras para o IPES.</p>
<p>Além disso, a empresa está citada no relatório final da Comissão Nacional da Verdade por ter colaborado financeiramente com a Operação Bandeirantes (OBAN), principal estrutura clandestina de tortura do regime militar. O apoio foi formalizado durante um banquete organizado pelo ministro Delfim Netto, onde multinacionais como Nestlé, General Electric e Mercedes Benz doaram recursos para o aparato repressivo.</p>
<p>Um dos nomes centrais dessa conexão é Oswaldo Ballarin, executivo que presidiu a Nestlé Brasil entre 1971 e 1978 e também esteve à frente da empresa Brown Boveri (atual ABB). Ballarin foi homenageado pelo Exército por seu apoio à repressão e é acusado de contratar a agência Consultores Industriais Associados (CIA), que atuava na vigilância de opositores e na organização de recursos para os esquadrões da morte.</p>
<p>Pesquisas da Universidade de Lausanne, na Suíça, revelaram documentos que ligam Ballarin e a Brown Boveri ao financiamento de ações violentas contra opositores do regime militar. A denúncia foi formalizada ao governo suíço em 1979, apontando cumplicidade em homicídios premeditados.</p>
<p>Durante o mesmo período, a Nestlé ampliou significativamente sua rentabilidade no Brasil, crescendo acima da média do Produto Interno Bruto, o que indica que o período de repressão coincidiu com expansão dos negócios da empresa no país.</p>
<p>Além das ligações políticas, a Nestlé enfrentou críticas internacionais por sua estratégia de marketing agressiva de leite em pó para bebês, que prejudicou o aleitamento materno, especialmente em países em desenvolvimento. No Brasil, o executivo Ballarin chegou a ministrar aulas em faculdades de medicina para promover fórmulas infantis, apesar de não ser médico.</p>
<p>Em 2024, a ONG suíça Public Eye denunciou que produtos infantis da Nestlé destinados a países pobres apresentam níveis maiores de açúcar do que os vendidos para crianças em países ricos, incluindo o Brasil.</p>
<p>Em nota, a Nestlé afirmou que não compactua com práticas de repressão ou violações de direitos humanos e que valoriza o respeito à democracia e à diversidade. A empresa, porém, não respondeu sobre a possibilidade de abrir seus arquivos históricos para investigação.</p>
<p>A ABB declarou adotar política de tolerância zero contra corrupção e violações de direitos humanos. Já a Itaipu, consórcio do qual a Brown Boveri fez parte, reconheceu o contexto autoritário da época e destacou iniciativas atuais voltadas à promoção dos direitos humanos.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/executivo-da-nestle-contratou-torturador-na-ditadura-militar" target="_blank" rel="noopener nofollow">agenciabrasil.ebc.com.br</a></p>
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		<title>Indígenas Pedem Comissão para Investigar Crimes da Ditadura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 20:56:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante o Acampamento Terra Livre 2026, representantes indígenas exigem a criação de uma comissão para investigar as violências sofridas por suas comunidades entre 1946 e 1988, período em que agentes públicos cometeram abusos significativos. Recomendações da Comissão Nacional da Verdade A Comissão Nacional da Verdade (CNV) recomendou, em 2014, a criação de uma Comissão Nacional]]></description>
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<p>Durante o Acampamento Terra Livre 2026, representantes indígenas exigem a criação de uma comissão para investigar as violências sofridas por suas comunidades entre 1946 e 1988, período em que agentes públicos cometeram abusos significativos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações da Comissão Nacional da Verdade</h2>



<p>A Comissão Nacional da Verdade (CNV) recomendou, em 2014, a criação de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade. Essa iniciativa visa reparar as graves violações de direitos humanos contra os povos indígenas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Importância da Justiça de Transição</h3>



<p>Elaine Moreira, professora da Universidade de Brasília, destaca a necessidade de resgatar a memória e promover a justiça de transição, garantindo que os fatos não se repitam.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Propostas para Reparação</h2>



<p>O Fórum Memória, formado por diversas entidades, apresentou ao governo uma proposta para a criação da comissão que centralizaria os direitos indígenas na história e buscaria uma reparação integral.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Educação e Memória</h3>



<p>Marlon Alberto Weichert, procurador federal, enfatiza a importância de divulgar a verdadeira história contada pelos indígenas, promovendo a educação e a memória sobre os eventos passados.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>APMG promove palestra sobre abordagem policial a pessoas autistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[#PMPR]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[INCLUSÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[A Academia Policial Militar do Guatupê (APMG) realizou uma palestra no dia 30 de março para capacitar futuros oficiais da Polícia Militar do Paraná. O evento focou em ensinar procedimentos adequados para intervenções que envolvam pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), destacando a importância de uma abordagem inclusiva e respeitosa aos direitos de todos]]></description>
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<p>A Academia Policial Militar do Guatupê (APMG) realizou uma palestra no dia 30 de março para capacitar futuros oficiais da Polícia Militar do Paraná. O evento focou em ensinar procedimentos adequados para intervenções que envolvam pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), destacando a importância de uma abordagem inclusiva e respeitosa aos direitos de todos os cidadãos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Palestrante Traz Experiência e Empatia</h2>



<p>A palestra foi conduzida por Fábio Cordeiro, presidente da Organização Neurodiversa pelos Direitos dos Autistas (ONDA-AutismoS) e cofundador do Coletivo Autista na UFPR. Com uma vasta experiência profissional e pessoal como autista, Cordeiro proporcionou aos cadetes uma compreensão prática das nuances sensoriais e comportamentais que podem surgir durante abordagens policiais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reconhecimento Institucional</h2>



<p>Durante o evento, o tenente-coronel Juliano Zanuncini recebeu o selo de &#039;Instituição Amiga do Autismo&#039; das mãos de Fábio Cordeiro. A cerimônia foi acompanhada pelo tenente-coronel Valter Ribeiro da Silva, que é pai de uma criança com TEA. Este reconhecimento simboliza a parceria entre a PMPR e a ONDA-AutismoS, reforçando o compromisso com a formação humanizada dos militares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a ONDA-AutismoS</h2>



<p>A ONDA-AutismoS é uma organização social que visa melhorar a qualidade de vida das pessoas com autismo e defender seus direitos conforme a Lei nº 12.764/12. Composta por conselhos de voluntários, familiares e profissionais de diversas áreas, a entidade promove um ambiente de conhecimento que transcende a comunidade autista.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://www.pmpr.pr.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.pmpr.pr.gov.br</a></em></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Documentário Expõe Violações em Operações Militares no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 16:07:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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		<category><![CDATA[justiça militar]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[violações]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde a Eco 1992, mais de 150 operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ocorreram no Brasil, frequentemente em favelas do Rio de Janeiro. O documentário &#34;Cheiro de Diesel&#34; aborda como essas operações impactaram comunidades durante megaeventos entre 2014 e 2018. Operação São Francisco e Suas Consequências Sob um decreto presidencial em 2014,]]></description>
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<p>Desde a Eco 1992, mais de 150 operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ocorreram no Brasil, frequentemente em favelas do Rio de Janeiro. O documentário &quot;Cheiro de Diesel&quot; aborda como essas operações impactaram comunidades durante megaeventos entre 2014 e 2018.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Operação São Francisco e Suas Consequências</h2>



<p>Sob um decreto presidencial em 2014, a Operação São Francisco levou 2,5 mil militares para o Complexo da Maré. Com duração de 14 meses e custo de R$ 350 milhões, a intervenção gerou denúncias de abusos como tortura e invasão de residências.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Narrativas de Abusos e Violações</h2>



<p>Dirigido por Natasha Neri e Gizele Martins, o documentário apresenta relatos de moradores como Vitor Santiago, que ficou paraplégico após ser baleado por militares. O filme destaca a transferência de investigações de crimes de militares para a Justiça Militar, após a Lei n° 13491 sancionada em 2017.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto das GLOs nas Comunidades</h2>



<p>As GLOs, autorizadas pela Presidência, visam garantir segurança em crises. No entanto, o documentário revela que o uso militar em áreas civis frequentemente resulta em violações de direitos humanos, questionando sua eficácia e constitucionalidade.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>]]></content:encoded>
					
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