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A dificuldade para colocar as contas em ordem não aflige somente o governo federal.
O quadro é mais grave em Alagoas, Piauí, Paraíba e Sergipe, onde a despesa do Executivo com a folha de pagamento ultrapassou o teto máximo permitido, que é de 49% da receita corrente líquida. Se não se adequarem, esses estados poderão ter repasses da União suspensos, e governadores estão sujeitos até a multa e condenação por improbidade administrativa.
Aperto nas contas adia para 2017 foco no crescimento
Como o ajuste fiscal terá de ser gradual, cabe ao BC a tarefa mais pesada; uma alta imediata da taxa de Juros, hoje em 11,25% ao ano. Já Barbosa vai elaborar um plano para o Brasil voltar a crescer em 2017…
O PT tucanou
Para recolocar o País nos trilhos e recuperar a credibilidade, o PT se vê obrigado a aceitar medidas defendidas pelo PSDB e até um novo ministério com a cara da oposição…
O Globo
Manchete: Lei fiscal não vai ser cumprida por 17 estados
Quatro deles podem sofrer punições por excesso de gastos com pessoal
Situação de inchaço das máquinas estaduais está pior do que a registrado em 2010
A dificuldade para colocar as contas em ordem não aflige somente o governo federal. Em 17 estados, o excesso de despesas com pessoal ultrapassou um dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, informa Silvia Amorim. A situação é pior do que em 2010, quando dez unidades da Federação estavam nessa “zona de risco”. Algumas já enfrentam problemas para pagar salários. O quadro é mais grave em Alagoas, Piauí, Paraíba e Sergipe, onde a despesa do Executivo com a folha de pagamento ultrapassou o teto máximo permitido, que é de 49% da receita corrente líquida. Se não se adequarem, esses estados poderão ter repasses da União suspensos, e governadores estão sujeitos até a multa e condenação por improbidade administrativa. (Página 3)
Lava Jato aumenta pressão para abrir setor de construção civil a estrangeiros
O envolvimento das grandes empreiteiras na Operação Lava Jato que investiga a corrupção na Petrobras, aumenta a pressão para se abrir o mercado de construção civil a empresas estrangeiras. Governo e setor privado já veem a medida como inevitável, informa. Danilo Fariello. Apesar de não existir profissão formal, na prática há uma espécie de reserva de mercado para empreiteiras: para atuar no Brasil, empresas de fora enfrentam obstáculos que vão da dificuldade de um engenheiro estrangeiro obter licença profissional á exigência de experiência comprovada no país para participar de licitações. Já as empresas brasileiras operam em vários países. (Página 29)
PT agora fala em expulsar corruptos
Mais de um ano após a prisão dos mensaleiros, o Diretório Nacional do PT aprovou a expulsão de qualquer filiado comprovadamente envolvido em corrupção. Mas foi retirada do texto a determinação de que a expulsão seja imediata. (Página 8)
Militar morto na Maré voltaria a SP
Primeiro militar morto na Maré, o cabo paulista Michel Mikorai, de 21, serviu no Haiti e quis vir pra o Rio, de onde sairia na terça-feira. Pezão pedirá a Dilma a permanência das tropas federais no complexo. (Página 36)
Esquerda consolida poder no Uruguai
O ex-presidente Tabaré Vázquez, que há dez anos levou a esquerda pela 1ª vez ao poder no Uruguai, deve ser eleito hoje para um novo mandato, o terceiro seguido da Frente Ampla. (Página 49)
Míriam Leitão
Equilíbrio fiscal é o que garante o avanço social. (Página 40)
Elio Gaspari
Enem no rumo do escândalo. (Página 7)
Fernando Gabeira
Os malabaristas terão trabalho (Segundo Caderno)
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Veja
Manchete: Caiu a ficha!
A presidente põe na Fazenda Joaquim Levy, especialista em gastos públicos, cujo descontrole é a raiz dos males que impedem o crescimento do Brasil
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Época
Manchete: Deixa o homem trabalhar
A escolha de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda foi um alento. Agora, a presidente Dilma precisa dar a ele liberdade para agir.
Educação: Por que a avaliação da pré-escola é essencial para o país
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ISTOÉ
O PT tucanou
Para recolocar o País nos trilhos e recuperar a credibilidade, o PT se vê obrigado a aceitar medidas defendidas pelo PSDB e até um novo ministério com a cara da oposição.
Exclusivo: Ditadura militar espionou o fotógrafo Sebastião Salgado
Crime: Como agia a quadrilha que ha 20 anos vem fraudando vestibulares
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Zero Hora
Manchete: Tráfego (muito) intenso à frente
Na terça-feira o Estado deve ultrapassar a marca de 6 milhões de veículos. Crescimento acelerado da frota, sem planejamento urbano, preocupa especialistas. (Págs. 1 e 26)
Empresas da Lava-Jato
Envolvidas têm obras de R$ 40 bi no RS (Págs. 1, 12 e 13)
Sucessão de Mujica
Uruguai deve votar pela continuidade (Págs. 1 e 15)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Aperto nas contas adia para 2017 foco no crescimento
Equipe econômica deve manter juro elevado e controlar gastos na primeira metade do segundo governo Dilma
Nos dois primeiros anos do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, se ela de fato der autonomia à equipe econômica, predominarão juros elevados e corte de gastos. Só nos dois anos seguintes voltará o foca no crescimento do pais.
A prioridade da primeira metade do governo será levar a inflação para o centro da meta (4.5%) por em ordem as contas públicas.
O ritmo enfocado por Dilma com Joaquim Levy na Fazenda, Nelson Barbosa no Planejamento e Alexandre Tombini no Banco Central, tem por missão aplicar um “choque de credibilidade”.
Como o ajuste fiscal terá de ser gradual, cabe ao BC a tarefa mais pesada; uma alta imediata da taxa de Juros, hoje em 11,25% ao ano. Já Barbosa vai elaborar um plano para o Brasil voltar a crescer em 2017. (Págs. 1 e B1)
Capital do petróleo sente o golpe com crise na Petrobras
As repercussões da Operação Lava Jato, que investiga a Petrobras, batem forte em Macaé. A cidade do norte fluminense chamada de “capital do petróleo” vive onda de demissões nas empresas que prestam serviços a estatal. O total de ações trabalhistas chega a 14 mil, o triplo de 2013. (Págs. 1 e D9)
Aécio Neves: Hoje está claro que a presidente concorda comigo
Hoje está claro que Dilma Rousseff concordava com os alertas que fiz na campanha sobre os problemas que o país enfrenta. Não deixa de ser simbólico o fato de a presidente não ter participado do anúncio dos ministros da área econômica. Ela corria o risco de encontrar a candidata Dilma. (Págs. 1 e A3)
Adesão de alunos à escola pública aumenta em SP
0 número de alunos que trocaram a rede particular pela estadual cresceu 25% desde 2011, de acordo com o governo de SP, Neste ano, foram 190 mil. Razoes econômicas e a chance de aderir ao programa que dá bolsa em faculdade privada a aluno de baixa renda motivam a migração. (Págs. 1 e C1)
Editoriais
Leia “Desafios da nova equipe”, sobre condições que os encarregados de comandar a economia no novo governo precisam criar paia que o pais cresça. (Págs. 1 e A2)
EBC
Edição: Equipe Fenatracoop