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	<title>Manchetes dos Jornais</title>
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	<description>Notícias de  Cambé e Região. &#34;Jornal On-Line&#34;</description>
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		<title>Manchete dos Jornais deste domingo, 14 de junho de 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Sep 2022 23:54:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[INVESTIGAÇÃO Depoimento de Luiz Abi é o mais esperado na 2ª fase da Publicano &#8216;PMDB não repetirá aliança com o PT&#8217;, afirma Cunha Presidente da Câmara diz que o &#8216;modelo está esgotado&#8217; e que partido &#8216;vai buscar o seu caminho&#8217; Cunha afirma que ‘modelo está esgotado’ e partido ‘vai buscar o seu caminho em 2018’.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>INVESTIGAÇÃO</strong><br />
Depoimento de Luiz Abi é o mais esperado na 2ª fase da Publicano</p>
<p><strong>&#8216;PMDB não repetirá aliança com o PT&#8217;, afirma Cunha </strong><br />
Presidente da Câmara diz que o &#8216;modelo está esgotado&#8217; e que partido &#8216;vai buscar o seu caminho&#8217;<br />
Cunha afirma que ‘modelo está esgotado’ e partido ‘vai buscar o seu caminho em 2018’.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete: Fila de navios dá prejuízo bilionário à Petrobras</strong><br />
Embarcações chegam a esperar um dia para atracar no Porto de Macaé, que opera no limite.<br />
Uma fila de 12 embarcações, em média, que esperam um dia para atracar no Porto de Macaé, no Rio, provoca prejuízos à Petrobras. Segundo fontes próximas à estatal, com um aluguel diário dos navios em torno de U$ 100 mil, a perda para a companhia, ao fim de 12 meses, fica entre US$ 400 milhões e US$ milhões, ou R$ 1,5 bilhão, relatam Ramona Ordonez e Bruna Rosa. A Petrobras nega que haja uma fila de espera, afirmando que a maior parte das embarcações paradas passa por vistoria ou manutenção. Mas admite o esgotamento do Porto de Macaé e investe na sua ampliação e em novas instalações no Porto de Açu. (Pág. 33)</p>
<p><strong>Doação privada fica sem decisão</strong></p>
<p>O 5º Congresso do PT acabou ontem sem uma posição sobre doações privadas. Caberá ao diretório nacional decidir se o partido aceitará esse dinheiro. O documento final poupa o governo Dilma e não cita o ajuste fiscal. (Pág. 6 e 7)</p>
<p><strong>Inflação nas alturas</strong><br />
Serviços mais caros nas aéreas (Pág. 36 e 37)</p>
<p><strong>Colunistas</strong><br />
Plano anunciado por Dilma inspira Eremildo (Pág. 12)</p>
<p><strong>Fernando Gabeira</strong><br />
Políticos deveriam pensar em agenda de segurança (Segundo caderno)</p>
<p><strong>Míriam Leitão</strong><br />
É inexplicável o silêncio sobre a Venezuela (Pág. 34)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<h1>O Estado de S.Paulo</h1>
<p><strong>Manchete:&#8217;PMDB não repetirá aliança com o PT&#8217;, afirma Cunha </strong><br />
Presidente da Câmara diz que o &#8216;modelo está esgotado&#8217; e que partido &#8216;vai buscar o seu caminho&#8217;<br />
Cunha afirma que ‘modelo está esgotado’ e partido ‘vai buscar o seu caminho em 2018’. Diante das ameaças de isolamento do vice-presidente e articulador político do governo Michel Temer por integrantes do Planalto, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), avisa: “Qualquer tentativa de sabotagem do Michel acabará em ruptura”. Diante das ameaças de isolamento do vice-presidente e articulador político do governo Michel Temer por integrantes do Planalto, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), avisa: “Qualquer tentativa de sabotagem do Michel acabará em ruptura”.<br />
Em entrevista ao <strong>Estado</strong>, Cunha admite rusgas com Temer, mas promete solidariedade e ameaça antecipar o desembarque do PMDB do governo. “O PMDB dificilmente repetirá a aliança com o PT. Este modelo está esgotado.” Ele cobra “adesão” do PT ao governo Dilma Rousseff e atribui ao partido a impopularidade da presidente. Sobre críticas de aliados e opositores, diz preferir ser “ditador” a “frouxo”. Ao receber a reportagem em seu gabinete na noite de quinta-feira, Cunha comentou a cor verde da gravata que usava. “A esperança é a última que morre. Mas ela morre.”<br />
<strong>Estado &#8211; O senhor classifica o PMDB como governista ou oposicionista?</strong><br />
O PMDB fez parte do processo de reeleição, faz parte do governo. Mas não é para dizer amém a tudo o que acontece. E o PMDB dificilmente repetirá a aliança com o PT em algum momento. Não repetirá.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Por quê? </strong><br />
Porque este modelo PMDB com o PT está esgotado. Temos obrigação de dar sustentabilidade política para o governo dela (Dilma Rousseff). Mas o PMDB vai buscar o seu caminho em 2018. Não vejo o PMDB de novo numa candidatura do PT.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>O senhor prevê um distanciamento agora em 2016?</strong><br />
Em algumas capitais, sem dúvida.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Como está a relação da Câmara com o governo depois da entrada de Michel Temer na articulação? </strong><br />
É muito melhor. O que vejo aqui, pelo cheiro no corredor, é que há ainda problemas com a própria base e com o governo. Vejo nitidamente que há uma tentativa de sabotagem do PT ao Michel dentro da articulação. Não tenho dúvida nenhuma disso. E isso é um tiro no pé, porque a condição, quando levaram o Michel, era que, justamente, você não vai demitir o vice. Qualquer tentativa de sabotagem do Michel acabará em ruptura.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Essa tentativa é algo pontual dos ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Jaques Wagner (Defesa)? </strong><br />
Não atribuo nomes. Só sinto o cheiro no ar. A fábrica do perfume cabe a vocês pesquisar.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Mas e esse episódio recente deles se colocando em relação à Secretaria de Relações Institucionais, assumida por Temer em abril? </strong><br />
Havendo ruptura desse processo com o Michel, haverá ruptura do PMDB com o governo. Isso é inevitável. Na hora em que o Michel for sabotado e confrontado no processo, deixar o comando da articulação política, da qual ele não pediu para ser, não tem razão nenhuma de o PMDB ficar no governo.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Um eventual enfraquecimento de Temer significa um fortalecimento seu?</strong><br />
elo contrário. Ficarei solidário ao Michel e partirei para defender o rompimento em conjunto. Não sou adversário do Michel, nem confronto o Michel. Sou aliado dele. Posso ter, eventualmente, as minhas rusgas, mas é fruto da amizade. Mas jamais tivemos qualquer gesto de afastamento ou deslealdade.<br />
<strong>Estado &#8211;</strong><strong> </strong><strong>No próximo Congresso do PMDB, o Rio vai ter candidato a presidente do partido?</strong><br />
Não é esse o caso. O PMDB pode abraçar uma tese qualquer do Rio, mas não existe disputa. Pelo contrário, se você pode ter uma candidatura como a do Eduardo Paes (prefeito do Rio) para presidente da República, você não vai partir para o enfrentamento partidário. Você quer unir, e não dividir.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>O senhor é a favor da permanência do Michel Temer no comando do PMDB? </strong><br />
Depende muito de ele querer. Ele querendo pode ser uma maneira de evitar dez candidaturas. O Michel não é um obstáculo a uma mudança. Michel está cumprindo o ciclo dele de vice-presidente da República por dois mandatos. Ele não é candidato a presidente da República. Não faz um trabalho voltado para isso. Se o fosse, poderia ter o apoio de todo mundo do partido, mas não é.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>A presidente Dilma consegue recuperar a popularidade? O ajuste fiscal ajuda ou atrapalha? </strong><br />
Você sofre o desgaste da contestação do que você prometeu na campanha eleitoral e faz diferente no exercício do governo. Isso gerou uma contestação que levou a uma continuada perda de popularidade, agravada pelo processo das denúncias generalizadas de corrupção e pela situação da economia, que deu uma deteriorada. Tenho impressão de que ela (impopularidade) chegou ao ápice. Depois, a tendência é recuperar.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Essa recuperação vem agora? </strong><br />
Para ela melhorar os níveis de popularidade depende de três fatores: conseguir recuperar a economia, ter uma estabilidade política e precisa, efetivamente, mostrar ações. Dependendo do sucesso ou insucesso desse conjunto, ela poderá recuperar mais ou menos.<br />
<strong>Estado </strong><strong>&#8211; </strong><strong>A presidente disse ao ‘Estado’ que “o Congresso, até agora, não se caracterizou por dar uma derrota ao governo”. Ela tem razão? </strong><br />
O governo, efetivamente, não sofreu derrotas contundentes, mas, obviamente, o governo não teve os resultados das votações em sua plenitude, na forma que esperava. Quando o governo entra em pautas que não são propriamente dele, como o caso da (redução) da maioridade penal, faz disso um cavalo de batalha, comete um erro. O governo quis mergulhar em algumas derrotas propositalmente. O governo pode até ter opinião, mas não pode atuar no processo. Veja o absurdo o governo querer constituir uma aliança de PT com PSDB para derrotar o PMDB porque eu anunciei a pauta. E, o que é pior, de uma forma inócua porque vou votar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do mesmo jeito. Às vezes, é um conflito absolutamente desnecessário.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Quem ‘mergulha’ o governo em derrotas? O próprio governo ou o PT?</strong><br />
Essa é uma pergunta que você deve fazer ao governo. Às vezes, o governo mergulha na pauta do PT. É um erro.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>O senhor concorda com a tese de que o regime vigente no Brasil é o “parlamentarismo branco”, e não o presidencialismo? </strong><br />
Acho que o regime que deveria estar vigente no Brasil é o parlamentarismo, com as figuras do chefe de Estado e do chefe do governo. O parlamentarismo, do meu ponto de vista, protege o sistema político como um todo porque, numa crise política qualquer, cai o governo e não cai o Estado. Nossa Constituição foi feita para ser parlamentarismo.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Há risco de a presidente Dilma acabar isolada, sem apoio do PT? </strong><br />
Acho que não. O instinto de sobrevivência vai preservar. Por mais que ele pinte e borde, o governo é o governo deles. Se eles a isolarem, vão ficar com que governo? Não vão ser oposição ao governo que elegeram. É uma circunstância difícil.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Pode haver uma tentativa de deslocar a imagem do governo e do PT.</strong><br />
Vejo que a rejeição ao PT é muito maior que a ela (Dilma) na rua. Grande parte da impopularidade dela vem da impopularidade do PT. Não é o PT que está com impopularidade por causa dela.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>E a proposta de reeleição para presidente da Câmara? </strong><br />
Não parte de mim.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Mas tem o seu apoio?</strong><br />
Não se vê um gesto meu nesse sentido. Não me elegi para um mandato que não fosse para o qual a Constituição não me desse o direito. Então, não tenho que alimentar esse tipo de especulação.<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Mas obtendo assinaturas para a PEC, vai colocar para votar? </strong><br />
É um constrangimento para mim. Primeiro, conseguir assinaturas tem um longo caminho pela frente. Não tenho nenhum atrativo para mudar uma regra que possa me beneficiar diretamente. Até acho que vão sentir saudades de mim depois que eu sair. (risos)<br />
<strong>Estado &#8211; </strong><strong>Muitos deputados o chamam de ditador e dizem que o senhor tem um estilo de rolo compressor&#8230; </strong><br />
Pior se eu fosse frouxo, não é? (risos). Aí, não se votava nada.</p>
<p><strong>Tráfico usa refugiados no Brasil para levar droga para a Europa </strong><br />
Desde o início do ano, PF prendeu 23 imigrantes pelo crime em Cumbica &#8211; todos haviam pedido benefício</p>
<p><strong>Partidos têm menor filiação em 20 anos </strong><br />
Dados do TSE de 2015 mostram redução significativa no número de pessoas que ingressam nas legendas</p>
<p><strong>Subsídio do BNDES chega a US$ 4,5 bilhões, diz Insper </strong><br />
Financiamentos do banco a outros países embutem cifras; valor é quase metade de recursos emprestados</p>
<p><strong>Blatter pode continuar no poder, diz jornal suíço </strong><br />
Após receber &#8216;dezenas de mensagens de apoio&#8217;, presidente da Fifa estaria preparando golpe</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h1>Gazeta do Povo</h1>
<p><strong>Manchete:Na jugular do Vampiro</strong><br />
Nos 90 anos do mais premiado e reconhecido escritor paranaense, caderno especial disseca a obra de Dalton Trevisan – criador do personagem curitibano mais famoso da história<br />
ENCERRAMENTO<br />
Um jeito bacana de conhecer pessoas<br />
PERFIL<br />
A terra treme no Guadalupe<br />
DEBATE<br />
O que é “ideologia de gênero”?<br />
MEIO AMBIENTE<br />
Tigres do Zoo ganharão ‘casa’ nova<br />
BEM-ESTAR<br />
Prefeitura de Curitiba instala mais 15 academias ao ar livre<br />
PREVENÇÃO<br />
Evento discute casos de violência contra idosos na capital<br />
PROMOÇÃO<br />
Assinantes da Gazeta ganham jantar romântico<br />
OPERAÇÃO PUBLICANO<br />
Soma de erros leva corrupção na Receita a durar 30 anos. Mas dá para mudar<br />
ENTENDA O CASO<br />
Cúpula do Fisco Estadual na gestão Richa está presa<br />
INVESTIGAÇÃO<br />
Depoimento de Luiz Abi é o mais esperado na 2ª fase da Publicano<br />
LAVA JATO<br />
Procuradoria identifica contas controladas por Cerveró na Suíça<br />
DIREITO<br />
IAP lança prêmio para monografias jurídicas<br />
AGENDA POSITIVA<br />
Em baixa com a população, políticos se “humanizam”<br />
JUDICIÁRIO<br />
Novo benefício a juízes pode produzir efeito-cascata e gastos em todo o país<br />
CÂMARA FEDERAL<br />
Com 5 meses, Lei Anticorrupção já pode ser alterada<br />
“DOBRADINHA”<br />
Renan se une a Serra para mudar pré-sal<br />
ENTREVISTA<br />
Brasil enfrenta “dificuldade momentânea”, afirma Dilma<br />
“PEDALADAS”<br />
Governo omitiu R$ 37,1 bi em dívidas, diz relatório do TCU<br />
BANCOS<br />
A falta que o HSBC vai fazer a Curitiba<br />
CONCESSÕES<br />
“O governo precisa ser transparente ”<br />
INDÚSTRIA<br />
Dólar alto muda planos da Perkins<br />
EXPECTATIVA<br />
Funcionários torcem por comprador estrangeiro<br />
BANCOS<br />
Caixa da prefeitura sente o baque da saída do HSBC<br />
SETOR ELÉTRICO<br />
ONS diz que consumo de energia continua em queda em junho<br />
TRIBUTOS<br />
Agência alerta para perdas provocadas pela guerra fiscal<br />
AVIAÇÃO<br />
São Paulo quer conceder aeroportos no segundo semestre<br />
TECNOLOGIA<br />
Fundador do Wikipedia fará palestra em Curitiba</p>
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<h1>Estado de Minas</h1>
<p><strong>Manchete: ‘MAS QUEM CANTAVA CHOROU AO VER SEU AMIGO PARTIR&#8230;</strong></p>
<p>O Palácio era o das Artes, palco apropriado para a despedida de Fernando Brant (ao lado). Na plateia, os velhos amigos do Clube da Esquina. Entre eles, um cabisbaixoetriste Milton Nascimento (abaixo): “Sem a sua amizade, a vida não seria tão linda”. Artistas e fãs foram dar adeus ao mestre. E até diferençasforam superadas. Políticos que rivalizam no dia a dia deixaram de lado as divergências e se uniram em homenagem ao compositor de Travessia. Lô Borges deu o resumo da ópera: “Tudo que ele escrevia se eternizava”. Fernando Brant partiu. A sua música permanece para sempre.</p>
<p><em>Guardo de lembrança do Fernando toda minha vida. Nãoésó pouquinho aqui ou um pouquinho ali. Ele faz parte da coisa mais séria da minha vida, que eu aprendi com meus pais: a amizade’ ‘</em> ● MILTON NASCIMENTO</p>
<p><em>Fernando foi um dos meus primeiros parceiros. Fizemos composições que ficaram eternizadas. Era um querido amigo, um querido parceiro. É um momento de tristeza. Espero que ele esteja em um bom lugar’</em> ‘ ● LÔ BORGES</p>
<p><em>É um momento muito difícil.A gente estava sempre se falando. Eu iria assistir ao jogo do América com ele na terça-feira da outra semana.Aí soube que ele tinha ido para o hospital. Nossa amizade é desde 1968’</em> ‘ ● TAVINHO MOURA</p>
<p><strong>FAÇA O QUE EU MANDO. NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO</strong></p>
<p>Arrocho promovido pelo governo na economia não vale para os gastos da Presidência Levantamento feito pelo Estado de Minas no Portal da Transparência e no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, sobre as despesas da Presidência da República nos primeiros quatro meses de 2015, revela que o governo não seguiu sua própria determinação de apertar os cintos. Em comparação com o mesmo período do ano passado,o Planalto aumentou os gastos em 36%– percentual que ficou acimada inflação, calculada em 8,17%.Mas a Presidência não está sozinha.Outros poderes também não estão fazendo o dever de casa. PÁGINA 9</p>
<p><strong>OBRA A PASSOS LENTOS INVESTIMENTO VAI DECOLAR COM ATRASO EM CONFINS PÁGINA 10</strong></p>
<p><strong>OMISSÃO SEM REGRAS `SUPREMO ASSUME FUNÇÃO DOS OUTROS PODERES PÁGINA 8</strong></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h1>Zero Hora</h1>
<p><strong>Manchete: Imaginadas na Copa</strong><br />
Um ano após o início do Mundial, a lista dos projetos inacabados é uma derrota tão amarga quanto o 7 a 1 contra a Alemanha. Das 51 obras de mobilidade previstas no país, apenas 12 foram concluídas. Na capital, das 14 prometidas, cinco ficaram prontas. (Sua Vida &#8211; Pág. 25 e 31)</p>
<p><strong>Copa América</strong><br />
O escândalo da Fifa e a ressaca de 2014 pesam sobre o Brasil na estreia no Chile (Esporte &#8211; Pág. 36 e 40)</p>
<p><strong>Crise no Oriente</strong><br />
Turquia assiste ao fim da era de um presidente superpoderoso e polêmico. (Notícias &#8211; Pág. 18 e 19)</p>
<p><strong>Acerto de contas com o passado</strong><br />
Os dados revelados pela análise dos processos de indenização de quem foi torturado, preso ou perseguido no Estado pela ditadura (Notícias &#8211; Pág. 13 a 17)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete: Governo Dilma quer idade mínima para aposentadoria</strong><br />
A presidente Dilma Rousseff (PT) discute hoje com a sua equipe a elaboração de uma emenda constitucional que fixe uma idade mínima para a aposentadoria, como opção a ser discutida com sindicatos na busca de uma Previdência sustentável. 0 governo tentará fechar acordo com os sindicalistas até quarta (17), quando vence o prazo para ela sancionar ou vetar a proposta aprovada no Congresso, que criou uma alternativa ao fator previdenciário, com a chamada fórmula 85/95. Esse modelo permite aposentadoria integral, sem o corte do fator previdenciário — índice que reduz o benefício de quem se aposenta cedo —, sempre que a soma da idade com o tempo de contribuição der 85, para mulheres, e 95, para homens. Para o governo, a fórmula inviabiliza financeiramente a Previdência. Projeção indica que os gastos aumentariam em R$ 33 bilhões em 2025 e em R$ 78 bilhões em 2030. Centrais sindicais, porém, já adiantam ser contra a idade mínima. Mercado A21</p>
<p><strong>Reduto das Farc desafia esforço por pacificação na Colômbia</strong><br />
Em meio às negociações de paz com o governo, as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) mostram poder no Estado de Cauca, relata o enviado Lucas Ferraz. Em abril, a guerrilha rompeu cessar-fogo. Houve revide do Exército. O conflito ferveu, e mais de 400 famílias deixaram os lares na região apelidada de &#8220;Caucaquistão&#8221;, terra &#8220;sem lei e sem Deus&#8221;. Mundo A14</p>
<p><strong>Editoriais</strong><br />
Leia &#8220;Submissão&#8221;, sobre intimidação ideológica promovida por membros do Congresso Nacional e seu impacto sobre a ordem democrática brasileira. Opinião A2</p>
<p><strong>Violência contra adolescente fica acima da média</strong><br />
Homicídio é causa da morte de adolescentes em 36% dos casos e em 5% na população em geral, segundo dados do governo. Pesquisa Datafolha mostra que há mais jovens que adultos vítimas de crimes. Cotidiano pág. 7</p>
<p><strong>Brasil está em círculo vicioso de recessão, afirma Pastore</strong><br />
O Brasil vive um círculo vicioso em que a recessão reduz a receita, aumentando a necessidade de cortar gastos e ampliar a carga tributária, o que gera mais recessão. A opinião é de Affonso Celso Pastore, ex-presidente do BC. Para ele, o ajuste fiscal é insuficiente e a recuperação do país será lenta. Mercado A29</p>
<p><strong>No meio do caminho tinha uma ciclovia</strong><br />
Pedestre perderá espaço na av. Paulista; efeito no trânsito divide especialistas. Cotidiano pág.1</p>
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<p><strong>EBC</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manchete nos Jornais desta Sexta, 23 de Dezembro de 2016</title>
		<link>https://portalcambe.com.br/manchete-nos-jornais-desta-sexta-23-de-dezembro-de-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 10:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[Violência no Rio &#8211; Assassinatos sobem 41,37% O número de homicídios na cidade do Rio subiu 41,37% em novembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado, passando de 87 para 123 casos. No Estado do Rio, o aumento foi de 36,5%... Juro do cartão pode cair Com foco no rotativo do cartão –]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Violência no Rio &#8211; Assassinatos sobem 41,37%<br />
</strong>O número de homicídios na cidade do Rio subiu 41,37% em novembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado, passando de 87 para 123 casos. No Estado do Rio, o aumento foi de 36,5%..<strong>.</strong></p>
<p><strong>Juro do cartão pode cair</strong><br />
Com foco no rotativo do cartão – a modalidade de crédito mais cara –, o governo afirmou que os juros vão cair “pela metade” e que será possível parcelar dívidas em condições mais favoráveis. A mudança é prevista para março&#8230;</p>
<p><strong>‘Não tirarei o Padilha’, diz Temer</strong><br />
O presidente Michel Temer disse que Eliseu Padilha continua “firme” na Casa Civil. Ele afirmou ainda que não pensa em renúncia e que haverá <strong>“recursos e mais recursos”</strong> na Justiça <strong>(a brasileira)</strong> caso a chapa Dilma- Temer seja cassada&#8230;</p>
<p><strong>Temer libera saque total de contas inativas do FGTS</strong><br />
Os saques não serão imediatos. Em fevereiro, a Caixa, que administra o fundo, vai anunciar um calendário de resgates. Ontem, o site do FGTS ficou sobrecarregado e apresentou instabilidade diante da procura por informações&#8230;</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete : Reforma moderniza lei e dá mais poder a sindicatos</strong><br />
<em>Regras como jornada, férias e intervalo de almoço poderão ser negociadas</em><br />
Medidas, que estarão em projeto de lei, são aprovadas por empresários. Especialistas também veem avanços, mas ressalvam que será importante dar mais representatividade às organizações sindicais.<br />
O presidente Temer anunciou ontem a reforma trabalhista, que será enviada ao Congresso em projeto de lei. Pelo texto, acordos firmados entre sindicatos e empresas vão prevalecer sobre a CLT. Entre as regras que poderão ser negociadas, está a duração da jornada e o parcelamento das férias. Mas não serão permitidas mudanças em direitos como FGTS, 13º salário e normas de saúde e segurança. Empresários e as centrais Força Sindical e UGT aprovaram as mudanças; a CUT criticou. Analistas viram avanços no projeto, mas ressaltaram que muitos sindicatos não têm representatividade e, agora, ganharão mais poder nas negociações. O presidente Temer disse que, às vésperas do Natal, o projeto foi um “belíssimo presente” para o Brasil. (Págs. 19 a 21)</p>
<p>MÍRIAM LEITÃO &#8211; <strong>Mesmo em crise, é possível ter políticas de estímulo</strong> (Pág. 20)</p>
<p><strong>Temer: ‘Nunca caí de pinguela’</strong><br />
<em>Presidente diz que não pensa em renúncia</em><br />
O presidente Michel Temer, no primeiro café da manhã com a imprensa desde que assumiu o Planalto, afirmou ontem que não renunciará e que recorrerá caso o TSE casse a chapa Dilma- Temer. Usando a metáfora do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que chamou seu governo de “pinguela”, o presidente recorreu à memória de sua infância: “Quando eu era menino, tinha um riacho perto da minha casa onde brincávamos atravessando uma pinguela. Sabia que nunca caí? Se é ponte ou pinguela, não importa. O que importa é atravessar.” (Pág. 3)</p>
<p><strong>Saque do FGTS não terá limite</strong><br />
<em>Governo libera resgates de contas inativas sem restrição de valor. Calendário será divulgado em fevereiro</em><br />
O governo decidiu liberar o saque de qualquer valor de contas inativas do FGTS. Há cerca de R$ 40 bilhões nesta situação. Para analistas, a medida pode dar algum ânimo à economia no início do ano que vem. Especialistas em finanças recomendam sacar os recursos, seja para quitar dívidas, que têm juros elevados, ou para investir em aplicações, já que o rendimento do FGTS é muito baixo. O calendário de saques começará em fevereiro. O governo também mudará regras dos cartões de crédito para reduzir os juros cobrados. (Pág. 22)</p>
<p><strong>EUA vão fiscalizar Odebrecht e Braskem</strong><br />
O acordo firmado por Odebrecht e Braskem com autoridades americanas e suíças prevê a contratação de um fiscal externo que terá acesso irrestrito a informações, documentos, funcionários e até diretores pelo período de três anos. Elas vão indicar até três nomes, mas a escolha caberá ao Departamento de Justiça dos EUA. (Pág. 4)</p>
<p><strong>Violência no Rio &#8211; Assassinatos sobem 41,37%</strong><br />
O número de homicídios na cidade do Rio subiu 41,37% em novembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado, passando de 87 para 123 casos. No Estado do Rio, o aumento foi de 36,5%. (Pág. 10)</p>
<p>Colunas<br />
MERVAL PEREIRA<br />
<strong>Acordo com EUA e Suíça revela extensão da corrupção</strong> (Pág. 4)</p>
<p>NELSON MOTTA<br />
<strong>A bandalha predomina entre os parlamentares</strong> (Pág. 17)</p>
<p>Editorial<br />
<strong>‘Acordo histórico e saudável para o ambiente de negócios no país’ (</strong>Pág. 6)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Temer libera saque total de contas inativas do FGTS</strong><br />
Estimativa é de que R$ 30 bilhões sejam movimentados; não haverá exigência de destinação para os valores, mas liberação só ocorrerá após fevereiro<br />
Os trabalhadores poderão sacar todo o dinheiro de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pressionado a tomar medidas que deem fôlego à economia e ao consumo, o governo pensou em limitar o valor do saque a R$ 1,5 mil, mas decidiu pelo valor total. A estimativa é de que R$ 30 bilhões sejam movimentados. Não haverá limite de saque, nem destinação específica para os valores. Conta inativa é a vinculada a um contrato de trabalho já extinto. Serão consideradas as contas com data de desligamento do empregado até 31 de dezembro de 2015. O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que a iniciativa vai contribuir para reduzir a inadimplência, que hoje é de R$ 75 bilhões no mercado financeiro, e melhorar as condições de crédito. Os saques não serão imediatos. Em fevereiro, a Caixa, que administra o fundo, vai anunciar um calendário de resgates. Ontem, o site do FGTS ficou sobrecarregado e apresentou instabilidade diante da procura por informações. (Economia B1)</p>
<p><strong>Juro do cartão pode cair</strong><br />
Com foco no rotativo do cartão – a modalidade de crédito mais cara –, o governo afirmou que os juros vão cair “pela metade” e que será possível parcelar dívidas em condições mais favoráveis. A mudança é prevista para março. (B3)</p>
<p><strong>Acordo terá força de lei na área trabalhista</strong><br />
O governo anunciou medidas para alterar regras na área trabalhista. A principal é a previsão de que o acordo entre as partes terá força de lei em pontos como a jornada de trabalho. O governo calcula que há potencial de geração de 5 milhões de empregos em dois anos. Para especialistas, ambiente melhora, mas sem efeitos imediatos. (Economia B4)</p>
<p><strong>‘Não tirarei o Padilha’, diz Temer</strong><br />
O presidente Michel Temer disse que Eliseu Padilha continua “firme” na Casa Civil. Ele afirmou ainda que não pensa em renúncia e que haverá <strong>“recursos e mais recursos”</strong> na Justiça <strong>(a brasileira)</strong> caso a chapa Dilma- Temer seja cassada. (Política A4)</p>
<p><strong>Odebrecht deu R$ 50 mi para eleição de Dilma, indicam EUA</strong><br />
Documentos do Departamento de Justiça dos EUA indicam repasse de R$ 50 milhões da Odebrecht, por meio do setor de propina da empresa, para a campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010. O pagamento teria sido feito a pedido do então ministro Guido Mantega (Fazenda) em troca de benefício à Braskem, empresa do setor petroquímico. Mantega nega. (Política A7)</p>
<p><strong>Propina no Panamá</strong><br />
Luiz Eduardo Soares, ex-executivo da Odebrecht, disse que pagamentos tinham como beneficiário um dos filhos de ex-presidente do Panamá. (A7)<br />
Cabral e mulher viajavam para o exterior três vezes por mês<br />
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral Filho e a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo saíram do País pelo menos 264 vezes entre abril de 2007 e setembro de 2016, informa Wilson Tosta. Eles passaram pelo Aeroporto do Galeão, em média, 2,93 vezes por mês. Os principais destinos eram Londres, Paris e Nova York. Preso, o casal é acusado de desvios. (Política A6)</p>
<p><strong>País tem 100 milhões de conectados à web</strong> (Metrópole A16)</p>
<p>Celso Ming<br />
<strong>Em vez de esperar,</strong> Temer parece ter optado pela estratégia das rodelas de salame para definição de suas reformas (Economia B2)</p>
<p><em>Notas&amp;Informações</em><br />
<strong>A modernização possível &#8211;</strong> A proposta de reforma trabalhista apresentada pelo governo é a que tem menos resistências (A3)</p>
<p><strong>Em busca dos juros civilizados</strong> (A3)</p>
<hr />
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Pacote de Temer tenta agradar a trabalhadores e empresários</strong><br />
<em>Medidas incluem saques de contas inativas do FGTS, juros menores no cartão e reforma na lei trabalhista</em><br />
Com o país em recessão há mais de dois anos e a popularidade em baixa, o presidente Michel Temer anunciou medidas para reforçar o bolso do trabalhador, aliviar o endividamento da classe média e satisfazer empresários. O peemedebista autorizou o saque integral, em 2017, do saldo de contas inativas do FGTS existentes atê 31 de dezembro do ano passado. Segundo o governo, essa medida injetará na economia R$ 30 bilhões, valor superior ao do balanço do FGTS de 2015 (R$ 18,6 bi entre contas inativas e reserva técnica). Temer também anunciou que a partir do fim de março usuários de cartão de crédito não poderão passar mais de 30 dias no rotativo, linha usada por quem não consegue pagar a fatura integral. Depois, a dívida será parcelada, com custo menor. O Planalto espera que isso resulte na redução pela metade dos juros do cartão. Sobre a reforma trabalhista, ela tramitará via projeto de lei, com proposta que permite adoção de jornadas diárias mais longas em acordos negociados por empresas e funcionários. (Mercado A13)</p>
<p><strong>Presidente afirma que não pensa em renunciar ao cargo</strong><br />
O presidente Michel Temer afirmou que não pensa em renunciar e que, se o Tribunal Superior Eleitoral julgar procedente ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, recorrerá. Segundo a última pesquisa Datafolha, 63% dos brasileiros querem a renúncia dele. (Poder A6)</p>
<p><strong>Odebrecht diz ter agido para manter influência de Lula</strong><br />
Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira, disse à Lava Jato que a empresa possuía uma espécie de conta com o objetivo de manter a influência política de Lula depois que ele deixasse a Presidência. A suposta compra de terreno para abrigar o Instituto Lula faria parte desse projeto. A entidade nega qualquer irregularidade. (Poder A4)</p>
<p><strong>Exército admite que militar foi infiltrado em ato contra o governo</strong> (Poder A8)</p>
<p>Vinicius Torres Freire<br />
<strong>Liberar FGTS é uma gambiarra, mas pode evitar miséria maior</strong><br />
Injetar R$ 30 bi do FGTS é gambiarra, mas não é irrelevante. A queda de juros e inflação pode ser o primeiro impulso sério para dar fim à recessão. Por ora, esses bilhões talvez evitem miséria e desânimo maiores. (Mercado A18)</p>
<p>Editoriais<br />
Leia <strong>“Passos à frente”</strong>, acerca de acordo da Odebrecht com EUA, e <strong>“Remendo disparatado”</strong>, sobre aumento do limite de velocidade em São Paulo. (Opinião A2)</p>
<hr />
<p><strong>Edição:</strong> Equipe Sintracoop, Sexta, 23 de Dezembro de 2016</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manchete nos Jornais desta Quinta, 22 de Dezembro de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2016 11:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[Odebrecht pagou propina de R$ 3,4 bi em 12 países Informação foi divulgada pelos EUA; a Braskem, sociedade com a Petrobrás, também está envolvida no caso Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA mostram que a Odebrecht e a Braskem – sociedade da empreiteira com a Petrobrás – pagaram mais de US$ 1 bilhão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Odebrecht pagou propina de R$ 3,4 bi em 12 países</strong><br />
Informação foi divulgada pelos EUA; a Braskem, sociedade com a Petrobrás, também está envolvida no caso<br />
Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA mostram que a Odebrecht e a Braskem – sociedade da empreiteira com a Petrobrás – pagaram mais de US$ 1 bilhão (R$ 3,4 bilhões) em propinas em 12 países desde 2001. As informações vieram a público no dia em que autoridades brasileiras, americanas e suíças divulgaram acordo de leniência com a Odebrecht e a Braskem. As duas empresas vão desembolsar R$ 6,9 bilhões. Desse total, R$ 5,3 bilhões ficaram com o Brasil e o resto será dividido por EUA e Suíça. As investigações mostram que só a Odebrecht distribuiu US$ 788 milhões (R$ 2,6 bilhões) em propinas. No período investigado, a empreiteira teria pago propinas por obras em Angola, Argentina, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela. Segundo os americanos, trata-se de um esquema “sem paralelos”&#8230;</p>
<p><strong>Conservadores crescem no País, aponta Ibope</strong><br />
Com base nas respostas a cinco perguntas, o Ibope criou o Índice de Conservadorismo do brasileiro, informa José Roberto de Toledo. O número de conservadores cresceu em todas as faixas etárias e de renda, em ambos os sexos&#8230;</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete : Conta inativa do FGTS poderá ter saques</strong><br />
<em>Será autorizado resgate de R$ 1 mil em saldo sem movimentação</em><br />
Governo vai editar medida provisória liberando retirada para quem tem até R$ 8.800 parados. Objetivo é injetar R$ 30 bilhões na economia<br />
O governo pretende editar uma medida provisória para liberar saques de contas inativas do FGTS que tenham saldo de no máximo dez salários mínimos, ou R$ 8.800. Há trabalhadores com mais de uma conta sem movimentação, de empregos antigos. O valor máximo permitido para o saque deverá ser de R$ 1 mil. A equipe econômica estima que, com isso, vai injetar R$ 30 bilhões na economia. Originalmente, o governo pretendia liberar saques de todas as contas do FGTS, mas recuou após críticas principalmente do setor de construção civil. (Pág. 19)</p>
<p>MÍRIAM LEITÃO &#8211; <strong>Temer tornará permanente um programa ruim de Dilma.</strong> (Pág. 20)</p>
<p>CARLOS ALBERTO SARDENBERG &#8211; <strong>O ajuste econômico é inevitável, e virá por bem ou por mal.</strong> (Pág. 16)</p>
<p><strong>Meirelles vai exigir ajustes dos estados</strong><br />
Após derrota do governo no Congresso, ministro diz que Fazenda terá de dar aval a socorro (Pág. 22)</p>
<p><strong>‘O maior caso de suborno da História’</strong><br />
Departamento de Justiça dos EUA diz que Odebrecht e Braskem pagaram US$ 1 bilhão de propina no Brasil e em mais 11 países<br />
Em acordos de leniência assinados com Estados Unidos, Suíça e Brasil, a Odebrecht e a Braskem admitiram ter pago propinas de US$ 1 bilhão (R$ 3,3 bilhões em cotação atual) a autoridades governamentais, políticos e empresas do Brasil e de outros 11 países na América Latina e na África. O Departamento de Justiça dos EUA classificou a atuação das empresas nos últimos 15 anos como o maior caso de suborno internacional da História. Só no Brasil, as duas empresas pagaram R$ 1,9 bilhão em propinas. Sem revelar os nomes dos beneficiários brasileiros, os acordos citam pelo menos dois ex-ministros, três parlamentares e dois altos integrantes do Executivo. Em notas, as empresas pediram desculpas pelas más condutas. (Págs. 3 a 5)</p>
<p><strong>Serviço incompleto</strong><br />
Em meio à polêmica, a Marinha retirou as grades que impediam o acesso a parte da Orla Conde, mas manteve o gradil entre o calçadão e o mar. O comando do 1º Distrito Naval alega que a estrutura é para segurança dos pedestres. A prefeitura, porém, diz que o gradil é desnecessário, além de enfear a paisagem. No passeio de 3,5 km, a cerca só existe no trecho onde há instalações da Marinha. (Pág. 10)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Odebrecht pagou propina de R$ 3,4 bi em 12 países</strong><br />
Informação foi divulgada pelos EUA; a Braskem, sociedade com a Petrobrás, também está envolvida no caso<br />
Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA mostram que a Odebrecht e a Braskem – sociedade da empreiteira com a Petrobrás – pagaram mais de US$ 1 bilhão (R$ 3,4 bilhões) em propinas em 12 países desde 2001. As informações vieram a público no dia em que autoridades brasileiras, americanas e suíças divulgaram acordo de leniência com a Odebrecht e a Braskem. As duas empresas vão desembolsar R$ 6,9 bilhões. Desse total, R$ 5,3 bilhões ficaram com o Brasil e o resto será dividido por EUA e Suíça. As investigações mostram que só a Odebrecht distribuiu US$ 788 milhões (R$ 2,6 bilhões) em propinas. No período investigado, a empreiteira teria pago propinas por obras em Angola, Argentina, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela. Segundo os americanos, trata-se de um esquema “sem paralelos”. (Política A4 a A6)</p>
<p><strong>Suborno em Antígua</strong><br />
Um ex-executivo da Odebrecht informou ao Ministério Público Federal que a empreiteira negociou com um lobista ligado ao primeiro-ministro da ilha de Antígua. Intenção era evitar envio ao Brasil de documentos de banco usado pela empresa. (A6)</p>
<p><strong>Ex-assessor de Temer recebeu R$ 1 milhão de operador</strong><br />
COLUNA DO ESTADÃO<br />
Em 2014, o lobista Lúcio Funaro entregou a José Yunes, ex-assessor especial do governo Temer, R$ 1 milhão em dinheiro a mando da Odebrecht. Um dos auxiliares mais próximos de Michel Temer, Yunes deixou o governo após delação do ex-executivo da companhia Claudio Melo. Melo narrou que Temer teria pedido a Marcelo Odebrecht R$ 10 milhões para o PMDB. Do total, R$ 6 milhões foram para campanha de Paulo Skaf em São Paulo. (A4)</p>
<p><strong>Governo vai liberar saque de conta inativa do FGTS</strong><br />
O governo vai permitir que trabalhadores façam saque do FGTS de contas inativas sem a obrigatoriedade de que o dinheiro seja usado para quitação de dívidas bancárias. O valor deve ficar em torno de R$ 1 mil. O potencial de saque do conjunto de trabalhadores é estimado pela equipe econômica em R$ 30 bilhões. O governo também deve apresentar minirreforma trabalhista na qual será permitido que o princípio do que é negociado entre patrões e empregados prevaleça sobre o previsto na legislação. (Economia B1 e B3)</p>
<p><strong>Repercussão nas centrais</strong><br />
A Força Sindical disse que as medidas contemplam a pauta de negociação entre o governo e as entidades. A CUT afirmou que não iria se manifestar. As demais, que têm menor representação, avaliam que a proposta só serve para revogar direitos trabalhistas. (B3)</p>
<p><strong>Conservadores crescem no País, aponta Ibope</strong><br />
Com base nas respostas a cinco perguntas, o Ibope criou o Índice de Conservadorismo do brasileiro, informa José Roberto de Toledo. O número de conservadores cresceu em todas as faixas etárias e de renda, em ambos os sexos. (Política A6)</p>
<p><strong>Em SP, 23 professores são agredidos por mês</strong> (Metrópole A12)</p>
<p>Eugênio Bucci<br />
<strong>O Natal vai ter um gosto de chão derretendo sob os pés de multidões desorientadas</strong>. (Espaço Aberto A2)</p>
<p><em>Notas&amp;Informações</em><br />
<strong>O ajuste fiscal ameaçado &#8211;</strong> Temer não pode se render à decisão que destruiu as bases da renegociação da dívida dos Estados (A3)</p>
<p><strong>A China e a pauta nacional</strong> (A3)</p>
<hr />
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Odebrecht pagou US$ 1 bi em propina</strong><br />
<em>Em acordo fechado nos EUA, grupo admite esquema de corrupção em troca de vantagens no Brasil e mais 11 países</em><br />
Documento tomado público pelos EUA mostra que a Odebrecht pagou US$ 1 bilhão (no câmbio atual, R$ 3,3 bilhões) em propina no Brasil e mais 11 países. O grupo firmou acordo de leniência com autoridades americanas e suíças para evitar ações e multas. Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, houve repasse de US$ 599 milhões (R$ 1,9 bilhão) a políticos e servidores brasileiros — não há citações nominais. Partidos políticos teriam recebido US$ 40 milhões. O esquema funcionou de 2001 a 2016. Do montante pago a brasileiros, US$ 349 milhões saíram da construtora e US$ 250 milhões do braço petroquímico do grupo, a Braskem. Nos outros países, como Argentina e México, a propina repassada atingiu US$ 439 milhões (R$ 1,4 bilhão). Em contrapartida, a empresa obteve ao menos R$ 12 bilhões em vantagens ligadas a mais de cem projetos. No Equador, o grupo admitiu ter repassado US$ 33,5 milhões a servidores públicos para destravar a construção de uma usina hidrelétrica. As localidades e os valores eram desconhecidos no Brasil até a divulgação do documento pelo governo dos EUA. Alegando sigilo, a Procuradoria-Geral da República, que conduz as delações dos funcionários da Odebrecht, não divulgou tais dados. As informações se tomaram públicas após a Odebrecht assinar, em Washington, acordo em que ela e a Braskem aceitam pagar uma multa total de R$ 6,9 bilhões a Brasil, EUA e Suíça em 23 anos. Os brasileiros receberão R$ 53 bilhões. (Poder A4)</p>
<p><strong>Análise</strong> &#8211; Mario C. Carvalho<br />
<strong>Transparência dos americanos contrasta com sigilo brasileiro</strong><br />
O Departamento de Justiça dos EUA divulgou informações que a Procuradoria-Geral da República mantinha sob sigilo havia meses por razões formais que talvez já não façam sentido.<br />
Procuradores podem alegar que as delações são sigilosas por não terem sido chanceladas pela Justiça. É verdade, mas parece bacharelismo mesozoico. Até porque os suspeitos sabem que seus nomes estão lá. (Poder A5)</p>
<p><strong>Temer abre caminho para jornada maior de trabalho</strong><br />
O presidente Michel Temer (PMDB) anunciará nesta quinta (22) uma minirreforma trabalhista por meio de medidas provisórias. O texto abre caminho para que acordos estabeleçam jornadas de atê 12 horas diárias limitadas a 220 horas mensais e se negociem benefícios atualmente garantidos aos empregados em lei. Trabalhadores poderão sacar atê R$ 1.000 de contas inativas do FGTS com até dez salários mínimos. (Mercado A17)<br />
Foz do Iguaçu vota orçamento após 12 dos 15 vereadores terem sido presos (Poder A11)</p>
<p>Editoriais<br />
Leia <strong>“De costas para o futuro”</strong>, acerca de socorro aos Estados aprovado pela Câmara, e<strong> “Tiros em Ancara”</strong>, sobre assassinato de embaixador russo. (Opinião A2)</p>
<hr />
<p><strong>Edição:</strong> Equipe Sintracoop, 22 de Dezembro de 2016</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manchete nos Jornais desta Quarta, 21 de Dezembro de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2016 09:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[Temer tenta domar tucanos O presidente Michel Temer se reúne hoje com Geraldo Alckmin, atrás de apoio, após o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) dizer que vê dificuldades para ele concluir o mandato&#8230; Vereadores elevam salário em 26,3%, com reajuste anual Por 30 votos a 11, os vereadores de São Paulo aprovaram aumento de seus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Temer tenta domar tucanos</strong><br />
O presidente Michel Temer se reúne hoje com Geraldo Alckmin, atrás de apoio, após o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) dizer que vê dificuldades para ele concluir o mandato&#8230;</p>
<p><strong>Vereadores elevam salário em 26,3%, com reajuste anual</strong><br />
Por 30 votos a 11, os vereadores de São Paulo aprovaram aumento de seus salários em 26,3%. A remuneração vai passar dos atuais R$ 15.031,76 para R$ 18.991,68, com possibilidade de reajuste anual. Somando-se gastos com funcionários, verbas de gabinete e salário, o custo anual por vereador será de R$ 2,1 milhões. Eles alegam que o salário estava congelado há quatro anos.</p>
<p><strong> Câmara aprova ajuda a Estados, mas sem exigir contrapartida</strong><br />
<em>Texto que recebeu apoio da base aliada contraria posição da equipe econômica; Temer pode vetar artigos</em><br />
No último dia de votações na Câmara, a base aliada entrou em acordo com a oposição e aprovou por 296 votos a 12 a renegociação da dívida dos Estados. ..</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete : Sem contrapartida, socorro a estados dificulta ajustes</strong><br />
<em>Congresso aprova ajuda que pode superar R$ 100 bilhões</em><br />
Em derrota do governo, deputados retiram do projeto de renegociação das dívidas estaduais com a União praticamente todas as exigências de contenção de gastos e ampliação de receitas<br />
A Câmara aprovou ontem, por 296 votos a favor e 12 contra, a renegociação das dívidas de estados com a União excluindo praticamente todas as contrapartidas de ajuste fiscal antes impostas pelo governo. Com o projeto, a União poderá ter que adiar o recebimento de R$ 100 bilhões previstos até 2019. Para analistas, a retirada das exigências tornará a situação fiscal dos estados ainda mais complicada e dificultará a aprovação de medidas de ajustes nas assembleias legislativas. (Págs. 19 e 20)</p>
<p>MÍRIAM LEITÃO &#8211;<strong> Derrota do governo, vitória do desajuste.</strong> (Pág. 20)</p>
<p>MERVAL PEREIRA &#8211;<strong> Base aliada de Temer é sua maior fraqueza</strong> (Pág. 4)</p>
<p><strong>Saúde e educação do Rio terão menos recursos</strong><br />
Orçamento do Estado do Rio aprovado ontem na Alerj preserva verbas para a segurança pública (Pág. 18)</p>
<p><strong>Marinha volta atrás e recolhe grades</strong><br />
A Marinha anunciou ontem à noite que vai retirar as grades que impedem a circulação de civis por trecho da Orla Conde, na Zona Portuária. Entretanto, a cerca junto ao mar será mantida, “de forma a proporcionar maior segurança, evitando a queda de transeuntes no mar”, justifica em nota o comando do 1º Distrito Naval, após acordo com o prefeito eleito Marcelo Crivella. Em fevereiro de 2014, a Marinha havia cedido, “em caráter irrevogável”, a área para a construção do passeio público. (Págs. 10 e 11)</p>
<p><strong>Odebrecht assina acordo com EUA</strong><br />
Anúncio dos governos dos EUA e da Suíça formalizará hoje o acordo de leniência com a Odebrecht. Ontem, o MP denunciou o deputado José Guimarães, ex-líder do governo Dilma. (Pág. 6)</p>
<p>ELIO GASPARI &#8211; <strong>Essência dos males de Cabral estava na demofobia</strong> (Pág. 16)</p>
<p><strong>Crivella corta secretarias</strong><br />
O prefeito eleito Marcelo Crivella terá uma equipe enxuta e eclética. Entre os 12 futuros secretários estão o ex-guerrilheiro Cesar Benjamin e Paulo Cesar Amêndola, militar que o prendeu. (Pág. 14)</p>
<p><strong>Temer tenta domar tucanos</strong><br />
O presidente Michel Temer se reúne hoje com Geraldo Alckmin, atrás de apoio, após o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) dizer que vê dificuldades para ele concluir o mandato. (Pág. 3)</p>
<p>Reforma trabalhista &#8211; <strong>Convenção vai ter força de lei</strong><br />
Medida provisória vai prever que regra negociada no sindicato prevaleça sobre a lei. Contratos temporários poderão ter 120 dias. (Pág. 24)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Câmara aprova ajuda a Estados, mas sem exigir contrapartida</strong><br />
<em>Texto que recebeu apoio da base aliada contraria posição da equipe econômica; Temer pode vetar artigos</em><br />
No último dia de votações na Câmara, a base aliada entrou em acordo com a oposição e aprovou por 296 votos a 12 a renegociação da dívida dos Estados. De acordo com o texto, o regime de recuperação fiscal suspende por três anos o pagamento do débito de unidades da federação em calamidade fiscal, mas as contrapartidas serão determinadas por meio de projeto nas assembleias legislativas, o que contraria orientação do Ministério da Fazenda. No texto inicial, modificado pelos deputados, Estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais teriam o pagamento da dívida suspenso em troca de medidas de ajuste. O projeto segue para sanção presidencial. O ministro Henrique Meirelles (Fazenda) não descartou a possibilidade de orientar o presidente Michel Temer a vetar algum ponto. “É uma prerrogativa do governo, mas ainda nem recebemos o texto”, afirmou. (Economia B1 e B3)</p>
<p><strong>Rigidez com terceirizados</strong><br />
O governo vai endurecer as regras de pagamento às empresas que contrata para serviços terceirizados. Para receber, elas terão de estar em dia com direitos previdenciários e trabalhistas de seus funcionários. (B4)</p>
<p><strong>Vereadores elevam salário em 26,3%, com reajuste anual</strong><br />
Por 30 votos a 11, os vereadores de São Paulo aprovaram aumento de seus salários em 26,3%. A remuneração vai passar dos atuais R$ 15.031,76 para R$ 18.991,68, com possibilidade de reajuste anual. Somando-se gastos com funcionários, verbas de gabinete e salário, o custo anual por vereador será de R$ 2,1 milhões. Eles alegam que o salário estava congelado há quatro anos. (Metrópole A17)</p>
<p><strong>Operação fecha refinaria ‘pirata’ no interior de SP</strong><br />
Uma operação da Polícia Rodoviária Federal e do Ministério Público do Trabalho fechou ontem em Boituva (SP) uma refinaria clandestina de petróleo desviado da Petrobrás. Quatro pessoas foram detidas. O petróleo era retirado de dutos que abastecem a Refinaria Duque de Caxias e transportado em caminhões-tanque. O grupo fraudava 1 milhão de litros de gasolina por mês. (Economia B7)</p>
<p><strong>Bolívia culpa LaMia e piloto por acidente</strong><br />
Investigação do governo da Bolívia concluiu que a LaMia e o piloto foram responsáveis pelo acidente com o voo da Chapecoense, que deixou 71 mortos e 6 feridos. (Esportes A21)</p>
<p><strong>Promotoria desaprova contas de Haddad</strong> (Coluna do Estadão A4)</p>
<p>Marco Antonio Teixeira<br />
<strong>Parece que a Câmara Municipal vive uma realidade diferente da do restante do País.</strong> (Metrópole A17)</p>
<p><em>Notas&amp;Informações</em><br />
<strong>Prudência salutar</strong> &#8211; O combate à corrupção de nada valerá se o preço for o esfacelamento das fundações democráticas. (A3)</p>
<p><strong>No BNDES, o retrato da crise</strong> &#8211; Parte importante na retomada de investimentos, o banco terá de seguir novo estilo de atuação (A3)</p>
<hr />
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Câmara autoriza socorro a Estados sem contrapartidas</strong><br />
<em>Governadores poderão ficar 3 anos sem pagar prestações da dívida; Fazenda diz que haverá exigências</em><br />
A Câmara contrariou o governo Temer (PMDB) e aprovou, por 296 votos a 12, uma proposta de renegociação da dívida dos Estados sem exigir contrapartidas, como o corte de gastos públicos. Pelo texto votado nesta terça (20), governos em dificuldade poderão ficar três anos sem pagar prestações. Entre as exigências derrubadas pelos deputados estão privatizações, aumento da contribuição previdenciária do funcionalismo e congelamento de reajustes negociados com servidores. O Ministério da Fazenda era contra as alterações. O Planalto liberou a base para aprovar a versão, mas deve impor regras no ano que vem. Segundo a pasta, o Estado que se candidatar à recuperação invariavelmente terá de apresentar ações para reequilibrar a situação fiscal. O projeto de lei, que segue iara a sanção do presidente Michel Temer, deve beneficiar principalmente Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. (Mercado A13)</p>
<p>Vinicius Torres Freire &#8211;<strong> Sem restrições, Estados seguirão quebrados.</strong> (A16)</p>
<p><strong>Vereadores de SP elevam seus salários em quase R$ 4 mil</strong><br />
Em meio à crise econômica, os vereadores de SP aprovaram, por 30 votos a 11, aumento de 26% em seus salários, que passarão de R$ 15.031,76 para R$18.991,68. O reajuste vai na contramão de política do futuro prefeito, João Doria (PSDB), que barrou para 2017 a alta dos salários dele, do vice e dos secretários. (Cotidiano B5)<br />
Delatores afirmam que Odebrecht fez compra de imóvel para Instituto Lula (Poder A4)</p>
<p><strong>Temer flexibiliza preservação em área equivalente a quase duas cidades de SP</strong> (Ciência B7)</p>
<p>Abilio Diniz<br />
<strong>Caminho trilhado hoje é o único que levará à retomada</strong><br />
O governo atual mostra a capacidade de identificar dificuldades e elaborar respostas. Há ações a celebrar, como o teto de gastos e o combate à inflação. Os brasileiros têm que olhar com atenção para o que está sendo feito pelo país. Não dá para mudar a situação econômica de forma imediatista. (Opinião A3)</p>
<p>Editoriais<br />
Leia <strong>“Sem tempo a perder”</strong>, acerca de homologação de depoimentos da Odebrecht, e <strong>“Além da Lava Jato”,</strong> sobre prisão de prefeitos em São Paulo. (Opinião A2)</p>
<hr />
<p><strong>Edição</strong>: Equipe Sintracoop, Quarta, 21 de Dezembro de 2016</p>
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		<item>
		<title>Manchete nos Jornais desta Terça, 20 de Dezembro de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 10:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataque em Berlim mata 12 pessoas em feira natalina Cerca de 50 ficaram feridas depois de caminhão invadir praça; governo trata caso como atentado Pelo menos 12 pessoas morreram e cerca de 50 ficaram feridas em Berlim, após um caminhão carregado de vigas de aço invadir uma feira de Natal na Praça Breitscheid, um dos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ataque em Berlim mata 12 pessoas em feira natalina</strong><br />
<em>Cerca de 50 ficaram feridas depois de caminhão invadir praça; governo trata caso como atentado</em><br />
Pelo menos 12 pessoas morreram e cerca de 50 ficaram feridas em Berlim, após um caminhão carregado de vigas de aço invadir uma feira de Natal na Praça Breitscheid, um dos pontos turísticos mais importantes da cidade. O país trata o caso como atentado. O modo como ocorreu lembra o ataque de 14 de julho em Nice, na França, no qual 86 pessoas morreram atropeladas por um motorista que agiu em nome do Estado Islâmico. Dois funcionários do governo disseram ao Washington Post que o suspeito seria paquistanês. Se a identificação for confirmada, a pressão sobre a chanceler Angela Merkel por maior controle migratório tende a crescer&#8230;</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete : Alemanha investiga mortes em feira como atentado</strong><br />
<em>Nove pessoas morrem e 50 se ferem após caminhão invadir mercado</em><br />
<em>Atropelamento faz alemães reviverem temores de um ataque de grandes proporções na Europa. Motorista é preso e outro homem, que estava na cabine, é morto. País estava sob alerta de ataque terrorista</em><br />
A polícia alemã trabalha com a hipótese de ataque terrorista após um caminhão, de placa polonesa, ter invadido uma feira natalina lotada em Berlim, matando nove pessoas e ferindo mais de 50. A possibilidade de acidente também não foi descartada. Após o atropelamento, que fez alemães reviverem os temores de um ataque semelhante ao de Nice, na França, em julho, o motorista fugiu, sendo preso depois por agentes. Um outro homem, de nacionalidade polonesa, morreu na cabine do caminhão. Há suspeitas de que o veículo tenha sido sequestrado, mas as autoridades não confirmaram. A Alemanha estava sob alerta de terrorismo. (Pág. 24)</p>
<p><strong>Marinha invade a nova orla</strong><br />
A Marinha tomou de assalto um trecho da Orla Conde e proibiu a circulação de civis pelo espaço revitalizado e festejado por cariocas e turistas. Hoje cercada com grades, a área entre a Praça Mauá e a Igreja da Candelária ficou restrita aos militares por mais de 250 anos e foi devolvida à cidade como parte do Porto Maravilha. Em troca, a Marinha exigiu da prefeitura um estacionamento subterrâneo, cujo acesso não está pronto, e reformas no 1º Distrito Naval, conta SIMONE CANDIDA. Agora, os militares dizem que a cessão foi provisória e usam parte da área como vagas de carros. (Pág. 10)</p>
<p><strong>Aeroportos privatizados terão ajuda</strong><br />
A Infraero fará um aporte de R$ 120 milhões no Galeão e os sócios privados entrarão com a mesma quantia. Para ajudar as concessionárias do aeroporto e dos demais terminais privatizados, o governo aceitará o pagamento parcial de outorgas, informa GERALDA DOCA. (Pág. 19)</p>
<p><strong>Planalto negocia alívio a estados</strong><br />
Pressionado pelos governadores, o Planalto negocia com o Congresso a retirada de contrapartidas do projeto que renegocia as dívidas dos estados com a União, que pode ser votado hoje. (Pág. 22)</p>
<p><strong>Cofre vazio no Rio &#8211; Déficit em 2017 será de R$ 19 bi</strong><br />
O governo do Estado do Rio refez a previsão orçamentária e agora estima déficit de R$ 19 bilhões em 2017. O aumento do rombo em R$ 3,8 bilhões se deve à queda da arrecadação. (Pág. 14)</p>
<p><strong>Lula se torna réu pela quinta vez</strong><br />
O ex-presidente Lula se tornou réu na Lava-Jato pela 5ª vez, quatro delas ligadas à Lava-Jato. O STF recebeu os documentos da delação de 77 executivos da Odebrecht. (Págs. 3 e 6)</p>
<p><strong>OEA condena Brasil por omissão</strong><br />
A Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA condenou o país por ter falhado em punir o trabalho escravo em fazenda no Pará. Brasil terá de pagar US$ 4,7 milhões. (Pág. 21)</p>
<p><strong>Milton Fernandes é eleito para o TJ</strong> (Pág. 13)</p>
<p><strong>Destaque do ano &#8211; Ciência do Zika</strong><br />
Celina Turchi foi uma das 10 eleitas da revista “Nature”. (Pág. 28)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Ataque em Berlim mata 12 pessoas em feira natalina</strong><br />
<em>Cerca de 50 ficaram feridas depois de caminhão invadir praça; governo trata caso como atentado</em><br />
Pelo menos 12 pessoas morreram e cerca de 50 ficaram feridas em Berlim, após um caminhão carregado de vigas de aço invadir uma feira de Natal na Praça Breitscheid, um dos pontos turísticos mais importantes da cidade. O país trata o caso como atentado. O modo como ocorreu lembra o ataque de 14 de julho em Nice, na França, no qual 86 pessoas morreram atropeladas por um motorista que agiu em nome do Estado Islâmico. Dois funcionários do governo disseram ao Washington Post que o suspeito seria paquistanês. Se a identificação for confirmada, a pressão sobre a chanceler Angela Merkel por maior controle migratório tende a crescer. (Internacional A12)</p>
<p><strong>Embaixador russo é morto na Turquia</strong><br />
O embaixador russo na Turquia, Andrei Karlov, foi assassinado com tiros pelas costas por um policial turco numa galeria de artes em Ancara. Segundo o analista sírio Hassan Hassan, o assassino ainda gritou em árabe: “Fizemos um juramento a Maomé de morrer no martírio. É uma vingança pela Síria e por Alepo”. (Internacional A14 e A15)</p>
<p><strong>Planalto faz pressão para banco público reduzir juro</strong><br />
Equipe econômica e Planalto começam a pressionar bancos públicos para reduzir taxas de juros e fomentar a concorrência com instituições privadas. A avaliação é de que esse movimento será respaldado em 2017 pela queda dos juros básicos da economia quando o Banco Central aumentar o ritmo dos cortes. Além disso, o governo acredita que os bancos terão custos reduzidos por ações que serão divulgadas hoje pelo BC. (Economia B1 e B3)</p>
<p><strong>Caixa 2 nem sempre significa corrupção, afirma Gilmar</strong><br />
Após executivos da Odebrecht delatarem caixa 2 na campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, disse que a prática “não significa a priori propina ou corrupção”. Para ele, é preciso saber a causa do caixa 2 no âmbito do processo que apura abuso de poder na chapa. (Política A4)</p>
<p><strong>&#8220;Tenentes de toga comandam essa balbúrdia jurídica&#8221;</strong><br />
Entrevista &#8211; Luiz Werneck Vianna (Política A8)</p>
<p><strong>Brasileira está entre os dez cientistas de 2016 (</strong>Metrópole A20)</p>
<p>José Márcio Camargo<br />
<strong>Sem reforma, os gastos com a Previdência aumentam 4% em termos reais a cada ano.</strong> (Economia B2)</p>
<p><em>Notas&amp;Informações</em><br />
<strong>Abaixo do teto, finalmente</strong> &#8211; Recuo da inflação de 10,67% em 2015 a algo perto de 6,5% em 2016 é inegavelmente positivo (A3)</p>
<p><strong>Um revolucionário em ação</strong> (A3)</p>
<hr />
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Caminhão deixa ao menos 12 mortos e 48 feridos em Berlim</strong><br />
<em>Governo suspeita de ataque terrorista no local, que fica perto de pontos turísticos da capital alemã</em><br />
Um caminhão atropelou dezenas de pessoas em uma feira de Natal em Berlim. Segundo a polícia, são ao menos 12 mortos e 48 feridos. O Ministério do Interior alemão suspeita de terrorismo — hipótese considerada certa pela França e por Donald Trump, presidente eleito dos EUA —, mas não descarta um acidente. Um dos ocupantes do veículo foi preso e outro morreu no local. O episódio lembra o ataque terrorista de julho em Nice (França), no qual 86 pessoas morreram atropeladas no Dia da Bastilha. (Mundo A10)</p>
<p><strong>Lobby de delator rendeu R$ 8,4 bi para Odebrecht</strong><br />
O grupo Odebrecht obteve benefícios de pelo menos R$ 8,4 bilhões com a aprovação de duas medidas provisórias entre 2006 e 2015. De acordo com a delação de um ex-executivo da empreiteira, o sucesso na votação das medidas envolveu o pagamento de, no mínimo, R$ 16,9 milhões em propinas a parlamentares e doações de campanha. A empresa não retornou o contato da reportagem. (Poder A4)</p>
<p><strong>Lula torna-se réu pela quinta vez, a terceira na Lava Jato</strong> (Poder A6)</p>
<p><strong>Na contramão, Forças Armadas planejam manter verba olímpica</strong> (B9)</p>
<p><strong>Movimento nas estradas deve cair neste fim de ano</strong><br />
Recessão e festas em fins de semana derrubaram a previsão de movimento nas estradas de SP para os últimos feriados do ano. Ante 2015, o tráfego deve cair 26% no Natal, de 6,7 milhões de carros para 5 milhões. (Cotidiano B1)</p>
<p><strong>Promotoria pede condenação de Haddad em ação sobre o Municipal</strong> (Ilustrada C4)</p>
<p>Editoriais<br />
Leia<strong> “Otimismo, por ora”,</strong> acerca de prognósticos para a economia em 2017, e<strong> “Fora dos trilhos</strong>”, sobre erros e gastos excessivos na Transnordestina. (Opinião A2)</p>
<hr />
<p><strong>Edição:</strong> Equipe Sintracoop, Terça, 20 de Dezembro de 2016</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manchete nos Jornais desta Segunda, 19 de Dezembro de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 12:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[Doação à chapa Dilma-Temer teve caixa 2, diz Odebrecht Cerca de R$ 30 milhões foram dados ilegalmente em 2014, segundo pelo menos um dos depoimentos ao MPF A chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer recebeu dinheiro de caixa 2 da Odebrecht na campanha de 2014, segundo depoimentos de executivos da empreiteira feitos na semana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Doação à chapa Dilma-Temer teve caixa 2, diz Odebrecht</strong><br />
<em>Cerca de R$ 30 milhões foram dados ilegalmente em 2014, segundo pelo menos um dos depoimentos ao MPF</em><br />
A chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer recebeu dinheiro de caixa 2 da Odebrecht na campanha de 2014, segundo depoimentos de executivos da empreiteira feitos na semana passada ao Ministério Público Federal (MPF), informam Andreza Matais e David Friedlander. Em pelo menos um deles, a Odebrecht descreve doação ilegal de cerca de R$ 30 milhões à coligação Com a Força do Povo, que reelegeu Dilma e Temer em outubro de 2014. O valor representa quase 10% do total arrecadado oficialmente. O relato deve repercutir no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que apura abuso de poder político e econômico na campanha. A fase de instrução na Corte ainda não foi concluída, o que permite que as partes ou o MPF peçam compartilhamento do material da Lava Jato ao STF, após homologação das delações. A defesa de Temer afirmou desconhecer o assunto. A de Dilma disse que quem responde pelas doações de 2014 é Edinho Silva, que não respondeu ao contato da reportagem&#8230;</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete : Violência no Rio parou 33% das unidades básicas de saúde</strong><br />
<em>Tiroteios afetaram rotina de 77 dos 232 centros e clínicas da cidade em 2016</em><br />
<em>De janeiro a outubro, serviços foram interrompidos 380 vezes por ameaças à segurança, causando um prejuízo estimado em R$ 12,1 milhões</em><br />
Os tiroteios registrados no Rio fizeram com que, de janeiro a outubro deste ano, 77 (33,2%) das 232 unidades básicas de saúde do município interrompessem o atendimento à população. No total, foram 380 paralisações, que provocaram um prejuízo estimado em cerca de R$ 12,1 milhões, revela ANTÔNIO WERNECK. Um único posto numa comunidade em Santa Cruz teve que fechar as portas 33 vezes. Só na semana passada, em três dias, confrontos entre traficantes levaram à suspensão dos trabalhos num centro de saúde e numa clínica da família na Vila Kennedy. (Pág. 6)</p>
<p><strong>Janot acelera delações</strong><br />
Irritado com cobranças de ministros do Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu acelerar a entrega ao STF de documentos e depoimentos prestados por executivos da Odebrecht na Lava-Jato. O conteúdo, que será encaminhado hoje, encheria uma van. (Pág. 3)</p>
<p><strong>PSDB contraria plano de Alckmin</strong><br />
Partido decide lançar candidato próprio em São Paulo, passando por cima do plano do governador Geraldo Alckmin de apoiar seu vice, Márcio França (PSB). A permanência de Aécio Neves no comando da legenda já tinha irritado Alckmin. (Pág. 4)</p>
<p><strong>Vida de estudante</strong><br />
Condenado a 37 anos de cadeia pelo mensalão, o operador Marcos Valério virou um aluno exemplar. Para reduzir a pena, que cumpre desde 2012, já fez cursos que vão de gestão ambiental a eletricidade de motos. (Pág. 5)</p>
<p><strong>Microempreendedor &#8211; Concentração na renda mais alta</strong><br />
Mais de 60% dos inscritos no programa Microempreendedor Individual (MEI), que prevê contribuição previdenciária menor, estão entre os 30% mais ricos, contam GERALDA DOCA e MARCELLO CORRÊA. (Pág. 17)</p>
<p><strong>Crise na Venezuela &#8211; Fronteira fechada barra brasileiros</strong><br />
Cerca de cem brasileiros não podem voltar ao país devido ao fechamento da fronteira ordenado pelo presidente venezuelano sob o argumento de combater o contrabando de moeda. O Itamaraty diz que busca uma solução. (Pág. 24)</p>
<p><strong>Vacina contra zika avança na UFRJ</strong><br />
Pesquisas da UFRJ progridem na tentativa de criar uma vacina contra o vírus da zika. Em experimentos realizados, camundongos não contraíram a doença e tornaram-se imunes a ela. (Pág. 25)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Doação à chapa Dilma-Temer teve caixa 2, diz Odebrecht</strong><br />
<em>Cerca de R$ 30 milhões foram dados ilegalmente em 2014, segundo pelo menos um dos depoimentos ao MPF</em><br />
A chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer recebeu dinheiro de caixa 2 da Odebrecht na campanha de 2014, segundo depoimentos de executivos da empreiteira feitos na semana passada ao Ministério Público Federal (MPF), informam Andreza Matais e David Friedlander. Em pelo menos um deles, a Odebrecht descreve doação ilegal de cerca de R$ 30 milhões à coligação Com a Força do Povo, que reelegeu Dilma e Temer em outubro de 2014. O valor representa quase 10% do total arrecadado oficialmente. O relato deve repercutir no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que apura abuso de poder político e econômico na campanha. A fase de instrução na Corte ainda não foi concluída, o que permite que as partes ou o MPF peçam compartilhamento do material da Lava Jato ao STF, após homologação das delações. A defesa de Temer afirmou desconhecer o assunto. A de Dilma disse que quem responde pelas doações de 2014 é Edinho Silva, que não respondeu ao contato da reportagem. (Política A4)</p>
<p><strong>Vera Magalhães</strong><br />
Michel Temer fará nesta semana um balanço de seu governo. O mais provável é que faça pronunciamento em TV e rádio, mas ainda há assessores reticentes quanto à convocação da rede nacional. (A6)</p>
<p><strong>TRF confirma ou sobe pena de 71% dos condenados por Sérgio Moro</strong><br />
Sete em cada dez réus cujos casos foram analisados no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4)tiveram a condenação dada pelo juiz Sérgio Moro mantida ou aumentada. Dos 28 réus com recurso julgado na segunda instância, nove tiveram a pena aumentada, somando em conjunto 78 anos de prisão a mais. Outros 11 terão de cumprir a pena decidida por Moro, quatro viram a sentença ser reduzida e quatro foram absolvidos. (Política A5)</p>
<p><strong>Samarco quer flotação para conter lama em MG</strong> (Metrópole A12)</p>
<p><strong>Venezuela convoca Exército contra saques</strong> (Internacional A8)</p>
<p>Fabio Gallo<br />
<strong>Caderneta de poupança é uma boa solução quando o prazo é curto e o dinheiro precisa ser liberado com facilidade.</strong> (Economia B7)</p>
<p><em>Notas&amp;Informações</em><br />
<strong>De vazamento em vazamento</strong> &#8211; O jornalismo de qualidade é o único antídoto eficaz contra o envenenamento da democracia (A3)</p>
<p><strong>A necessária reforma tributária</strong> (A3)</p>
<hr />
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Crescimento chinês acaba, e Nordeste vê crise aguda</strong><br />
<em>Inflação, desemprego e retração da economia superam a média do país</em><br />
Carro-chefe do crescimento do Brasil na última década, o Nordeste enfrenta atualmente piora mais aguda em seus principais indicadores do que o resto do país. A conjunção de renda inferior nacional, dependência severa de verbas públicas por parte dos municípios e falta de reajuste do Bolsa Família em 2015 fez o desemprego na região bater em 14,1%, contra 11,8% no país. A economia local encolheu quase 6% no acumulado em 12 meses. A inflação nas principais capitais do Nordeste desacelera menos que o observado em outras partes do Brasil. Salvador, Recife e Fortaleza, com alta superior a 8% em 12 meses, registram os piores índices neste momento. A carestia afetou as vendas do comércio, cuja retração nomesmo período foide mais de 10%. A crise é intensificada pela estiagem que já dura cinco anos e causa quebra de safras, reduzindo o poder de compra no interior rural. (Mercado A13)</p>
<p><strong>Exclusão de Cuba sob Trump criaria desconforto na região</strong><br />
<em>Entrevista da 2ª &#8211; Thomas Shannon</em><br />
Mesmo tendo a prerrogativa de anular a reaproximação entre EUA e Cuba, Donald Trump enfrentaria a resistência do bloco latino-americano para levar adiante a ideia, diz o subsecretário de Estado americano para assuntos políticos, Thomas Shannon, a Patrícia Campos Mello. O diplomata, que foi embaixador no Brasil, afirma admirar a agenda de reformas “importantes e necessárias” que o governo Temer tem levado ao Congresso. A respeito da crise na Venezuela, avalia que a marcação de eleições é desdobramento essencial para o fim do impasse. (A12)</p>
<p><strong>Centrais sindicais criticam proposta de jornada móvel</strong><br />
Sindicalistas atacaram o projeto do governo que permite que funcionários sejam escalados em horários e dias diferentes da semana, em expediente flexível. “A jornada intermitente criaria uma situação análoga à escravidão”, afirmou Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores. O assunto será debatido na quinta (22), em Brasília. (Mercado A18)</p>
<p><strong>Distribuição de ganhos do FGTS só será sentida a longo prazo</strong> (FolhaInvest A19)</p>
<p><strong>Prefeitos vão a deputados para custear dia a dia de hospitais</strong><br />
Com dificuldades para fechar as contas, municípios apelam ao Congresso para financiar a saúde no dia a dia. Antes, emendas parlamentares destinavam-se sobretudo a construção e reforma de hospitais, e não ao custeio. Esta modalidade, que representava 8% do gasto do Ministério da Saúde com emendas em 2014, hoje chega a 28%. (Cotidiano B1)</p>
<p><strong>Dezoitômetro</strong><br />
Os principais possíveis candidatos à disputa pelo Palácio do Planalto em 2018 apareceram em propostas de delação premiada de empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato. Entre os presidenciáveis, apenas o ex-presidente Lula (PT) é réu. Ele lidera as simulações de primeiro turno de pesquisa Datafolha divulgada neste mês. (Poder A6)</p>
<p><strong>Propina de Cabral usou curso de inglês e boliche</strong><br />
O empresário John O’ Donnel disse à PF ter emitido R$ 1 milhão em notas fiscais frias para Luiz Carlos Bezerra, suposto operador do esquema de propina do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB). Para isso, usou um curso de inglês e uma empresa de entretenimento. O advogado de Bezerra não comentou. (Poder A4)</p>
<p><strong>300 são presos na Venezuela após protestos</strong><br />
No terceiro dia de protestos e saques após a retirada de circulação da nota de 100 bolívares, a de maior valor no país, o presidente Nicolás Maduro afirmou que mais de 300 pessoas foram detidas. Em seu programa de TV, Maduro acusou manifestantes de “responder ao governo americano” em golpe contra o socialismo, sem apresentar evidências. (Mundo A9)</p>
<p>Ivar Hartmann<br />
<strong>É preciso inibir os excessos de ministros do STF</strong><br />
A raiz da tensão entre Congresso e Supremo é a ausência de mecanismos para responsabilizar ministros do STF por seus excessos. O momento atual resulta em boa parte do descontrole das medidas unilaterais dos ministros. Se o Supremo não exerce a autocontenção, é preciso impedir um ministro. (Opinião A3)</p>
<p>Editoriais<br />
Leia <strong>“Escola mais flexível”</strong>, sobre proposta de reforma do ensino médio, e <strong>“Invasão russa”</strong>, acerca de grupo de hackers que violou redes dos EUA. (Opinião A2)</p>
<hr />
<p><strong>Edição</strong>: Equipe Sintracoop, Segunda, 19 de Dezembro de 2016</p>
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		<title>Manchete nos Jornais deste Domingo, 18 de Dezembro de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2016 14:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[Aposentadoria de militar no Brasil é mais generosa Para 30 anos de trabalho, brasileiros recebem benefício integral, enquanto EUA pagam 60% e Reino Unido, 43% O sistema de aposentadoria dos militares brasileiros paga benefícios mais generosos que os dos Estados Unidos, do Reino Unido e de Portugal, mostra levantamento feito pela Folha&#8230; Alcatrazes deverá ser]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Aposentadoria de militar no Brasil é mais generosa</strong><br />
<em>Para 30 anos de trabalho, brasileiros recebem benefício integral, enquanto EUA pagam 60% e Reino Unido, 43%</em><br />
O sistema de aposentadoria dos militares brasileiros paga benefícios mais generosos que os dos Estados Unidos, do Reino Unido e de Portugal, mostra levantamento feito pela Folha&#8230;</p>
<p><strong>Alcatrazes deverá ser aberto ao público</strong><br />
Pesquisador da USP nada ao lado de baleia morta perto de Alcatrazes: após quase três décadas de espera, arquipélago no litoral norte de São Paulo deverá ser aberto para visitação pública no segundo semestre de 2017, um ano depois de ser transformado em Refúgio de Vida Silvestre, unidade federal de proteção integral&#8230;</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete: Petrobras diz que fim de incentivo prejudica o Rio</strong><br />
<em>Para Pedro Parente, suspensão de benefício fiscal afetará próximos leilões</em><br />
<em>Presidente da estatal critica decisão da Alerj e afirma que setor de óleo e gás é ‘maltratado’ no estado</em><br />
A decisão da Alerj de acabar com o regime especial de tributação para o setor de petróleo é uma ameaça à retomada da atividade econômica no Rio, na avaliação do presidente da Petrobras, Pedro Parente. Em entrevista ao GLOBO, o executivo afirma que a medida afugentará interessados nos próximos leilões de petróleo, que podem optar por blocos em outros estados. Deputados estimam que o fim do incentivo elevará a arrecadação em R$ 4 bilhões ao ano. Parente argumenta, porém, que o setor de óleo e gás poderia atrair “investimentos extraordinários”, mas tem sido “maltratado pelas autoridades estaduais”. (Págs. 25 e 26)</p>
<p><strong>Paes não atinge meta</strong><br />
<em>Prefeito cumpriu totalmente 41 dos 77 compromissos. Ele diz que foram quase todos</em><br />
Dos 77 compromissos assumidos após sua reeleição, em 2012, o prefeito Eduardo Paes cumpriu integralmente somente 41. Doze promessas foram parcialmente executadas e 21 não foram adiante, mostra LUIZ ERNESTO MAGALHÃES. Entre as não cumpridas estão a instalação de ar-condicionado em todos os ônibus e a transformação do Rio na melhor cidade do país no ensino fundamental. Paes contesta o levantamento feito com base em dados oficiais e diz que cumpriu quase tudo o que prometeu. (Pág. 23)</p>
<p><strong>Prefeituras não pagam 13º salário</strong><br />
Das 92 prefeituras fluminenses, pelo menos 33 não têm dinheiro para o 13º salário, revela RENAN FRANÇA. Só 28 honraram até agora o compromisso. (Pág. 17)</p>
<p><strong>Sérgio Cabral volta para Bangu</strong> (Pág. 7)</p>
<p>Colunistas<br />
ANCELMO GOIS<br />
<strong>Comperj já deu prejuízo de R$ 28 bilhões à Petrobras.</strong> (Pág. 18)</p>
<p>LAURO JARDIM<br />
<strong>Janot fecha em fevereiro a delação da Odebrecht.</strong> (Pág. 2)</p>
<p>ELIO GASPARI<br />
<strong>Joaquim Barbosa, um dos cenários para 2018.</strong> (Pág. 12)</p>
<p>FERNANDO GABEIRA<br />
<strong>A delação do fim do mundo não é o fim de tudo.</strong> (Segundo Caderno)</p>
<p>MÍRIAM LEITÃO<br />
<strong>País chega ao recesso com fadiga institucional.</strong> (Pág. 26)</p>
<p><strong>A lágrima sincera de um político frio Jorge Bastos Moreno</strong> (Pág. 11)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Crise de crédito tira R$ 1 tri da economia e piora recessão</strong><br />
<em>Dinheiro de empréstimos pagos não voltou ao mercado; volume que circula atualmente equivale ao de 2012</em><br />
Cerca de R$ 1 trilhão deixou de circular na economia brasileira nos últimos 12 meses, o que representa uma queda de 25% em relação ao total previsto. O montante equivale aos créditos bancários que foram sendo pagos pelos devedores e não retornaram ao mercado na forma de novos empréstimos. O volume de recursos que circulam na economia atualmente equivale ao disponível em 2012. Isso quer dizer que, pela métrica da quantidade de dinheiro disponível, é como se a economia tivesse retrocedido quatro anos. Para especialistas, isso mostra que o Brasil vive uma “crise de crédito” e não sairá da recessão se esse nó não for desatado. O levantamento foi feito pela gestora de recursos Rio Bravo Investimentos, com base nas variações do estoque de crédito monitorado e divulgado pelo Banco Central. “Sem crédito, sem dinheiro, a economia não vai reagir”, avisa o economista Evandro Buccini. (ECONOMIA / Págs. B1 e B3)</p>
<p><strong>Corrida para aposentadoria</strong><br />
Expectativa de mudanças nas regras da aposentadoria tem movimentado agências de Previdência Social. De janeiro a outubro, houve cerca de 10% mais requerimentos de benefícios e 16% mais aposentadorias concedidas. (Pág. B4)</p>
<p><strong>Contra crise, Temer busca perfil técnico para Casa Civil</strong><br />
Preocupado com efeitos de delações da Odebrecht, Michel Temer quer dar “cara nova” ao governo após a eleição que renovará o comando da Câmara e do Senado. O plano para enfrentar a crise é mexer na equipe alvejada por denúncias, substituir ministros ineficientes e investir em medidas para alavancar o crescimento. A permanência de Eliseu Padilha na Casa Civil é considerada incerta. Ele quer um perfil mais técnico para a função. (POLÍTICA / Pág. A4)</p>
<p><strong>Complicações do aborto matam 4 mulheres por dia</strong><br />
O Brasil registra em média quatro mortes por dia de mulheres que buscam hospitais por complicações do aborto. Até setembro, foram 1.215. De janeiro a dezembro de 2015, houve 1.664 relatos de pacientes mortas após interromperem a gravidez. (METRÓPOLE / Pág. A20)</p>
<p><strong>O desmonte do leviatã</strong><br />
Com fracasso do modelo estatista das gestões Dilma e Lula, País deixa para trás preconceito ideológico e retoma a privatização em novas bases.<br />
(POLÍTICA / Págs. A14 e A15)</p>
<p><strong>Suíça tem mapa que ajudou a dar Amapá ao Brasil</strong><br />
Um mapa guardado por mais de cem anos na Suíça pode ter ajudado a definir os contornos do Brasil, informa Jamil Chade. A hipótese é de que tenha influenciado na arbitragem diplomática que garantiu o Amapá ao País em 1900. (METRÓPOLE / Pág. A21)</p>
<p>Celso Lafer<br />
<strong>Cabe à nossa política externa dar atenção à ambição normativa da pauta internacional.</strong> (ESPAÇO ABERTO / Pág. A2)</p>
<p><em>Notas &amp; Informações</em><br />
<strong>Uma reação perigosa</strong><br />
Falsa superioridade moral é parente da brutalidade e a brutalidade é irmã siamesa do arbítrio. (Pág. A3)</p>
<p><strong>O primeiro passo</strong><br />
(Pág. A3)</p>
<p><strong>Alcatrazes deverá ser aberto ao público</strong><br />
Pesquisador da USP nada ao lado de baleia morta perto de Alcatrazes: após quase três décadas de espera, arquipélago no litoral norte de São Paulo deverá ser aberto para visitação pública no segundo semestre de 2017, um ano depois de ser transformado em Refúgio de Vida Silvestre, unidade federal de proteção integral. (METRÓPOLE / Pág. A24)</p>
<hr />
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete: Aposentadoria de militar no Brasil é mais generosa</strong><br />
<em>Para 30 anos de trabalho, brasileiros recebem benefício integral, enquanto EUA pagam 60% e Reino Unido, 43%</em><br />
O sistema de aposentadoria dos militares brasileiros paga benefícios mais generosos que os dos Estados Unidos, do Reino Unido e de Portugal, mostra levantamento feito pela Folha. No Brasil, os militares homens se aposentam com salário integral depois de 30 anos de serviços prestados. Para as mulheres, o tempo exigido é menor, 25 anos. Com os mesmos 30 anos, os EUA pagam benefícios que correspondem a 60% do salário, o Reino Unido, 43%, e Portugal, até 83%, relata Raquel Landim. O governo Temer excluiu as Forças Armadas da reformada Previdência. Elas respondem por 31% dos servidores federais aposentados e pensionistas, mas por 45% do deficit do sistema. Para o Ministério da Defesa, comparações internacionais não são válidas, porque outros países dão benefícios ou desconto nos impostos para reter talentos. Por outro lado, militares de países como os EUA ou o Reino Unido estão mais sujeitos a participar de conflitos armados.(Mercado Pág.1)</p>
<p>Vinicius Torres Freire<br />
<strong>Mesmo com reforma, teto desaba após eleição</strong> (Pág. 6)</p>
<p><strong>Advogado critica atraso em acordos da Lava Jato</strong><br />
Articulador de dois dos maiores acordos da Lava Jato (Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez), o advogado Celso Vilardi diz que a operação está consolidada e não corre risco de ser sufocada. O professor de direito da FGV-SP critica, porém, a lentidão de AGU e CGU para ratificar as colaborações. Em entrevista a Mario Cesar Carvalho, ele diz que os órgãos têm funcionários investigados ou ligados politicamente a suspeitos. (Poder A16)</p>
<p>Marcos Lisboa e José A. Scheinkman<br />
<strong>Brasil ficou muito para trás e precisa enfrentar desafios para se recuperar</strong><br />
O desempenho econômico no Brasil decepciona desde 1980, com desequilíbrios macroeconômicos e baixo crescimento. Vamos enfrentar os desafios de uma economia mais aberta, com regras estáveis, que tratem os iguais como iguais, valorizem a produtividade e a melhor gestão da política pública, com ênfase em saúde, educação e proteção para famílias de menor renda? (Ilustríssima Pág. 4)</p>
<p><strong>Temer deve propor flexibilização da jornada de trabalho</strong><br />
O governo federal prepara projeto que institui a jornada de trabalho flexível. A contratação se daria com base em horas trabalhadas, e o funcionário poderia ser solicitado em qualquer dia ou turno. A modalidade geraria mais empregos. Entusiastas da proposta defendem que ela seja formalizada por medida provisória, para entrar em vigor imediatamente.</p>
<p>Odebrecht<br />
<strong>Empreiteira resistiu a dois escândalos que marcaram os anos 1990</strong> (Poder A4)</p>
<p><strong>Ex-executivo herdou cargo do pai e mirava figurões no Congresso</strong> (Poder A5)</p>
<p><strong>Viagens de Lula com patriarca para Angola tinham tratamento VIP</strong> (Poder A8)</p>
<p>Editoriais<br />
Leia<strong> “Ao menos a intenção”,</strong> acerca de pacote econômico do governo, e <strong>“PEC da eleição direta”</strong>, sobres regras em caso de vacância na Presidência. (Opinião A2)</p>
<hr />
<p><strong>Edição</strong>: Equipe Sintracoop, Domingo,18 de Dezembro de 2016</p>
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			</item>
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		<title>Manchete nos Jornais deste Sábado, 17 de Dezembro de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2016 12:39:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[Acidente que matou filho de Alckmin teve perícia falha A Polícia Científica de SP escalou perito sem qualificação técnica sobre acidentes aéreos para apurar causas da queda do helicóptero que matou o filho do governador Geraldo Alckmin. O Ministério Público refutou o laudo. A Secretaria da Segurança Pública defendeu a capacitação do perito&#8230; Malafaia é]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Acidente que matou filho de Alckmin teve perícia falha</strong><br />
A Polícia Científica de SP escalou perito sem qualificação técnica sobre acidentes aéreos para apurar causas da queda do helicóptero que matou o filho do governador Geraldo Alckmin. O Ministério Público refutou o laudo. A Secretaria da Segurança Pública defendeu a capacitação do perito&#8230;</p>
<p><strong>Malafaia é alvo de operação da Polícia Federal</strong><br />
O pastor Silas Malafaia foi conduzido à força para depor em operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema de corrupção. A PF apura se ele lavou dinheiro ao receber cerca de R$ 100 mil de escritório de advocacia investigado e se usou contas de sua igreja para esconder dinheiro. Malafaia disse ser alvo de retaliação da Justiça&#8230;</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete: Jornada de trabalho flexível será permitida</strong><br />
<em>Governo pretende editar MP para legalizar contratação por hora</em><br />
Ação faz parte do pacote para estimular a economia. Também será ampliado prazo de contrato temporário de 90 para 180 dias. Objetivo é a abertura de vagas pelas novas regras já este mês O governo deve anunciar na semana que vem mais ações de estímulo à economia. Por medida provisória, será criada a modalidade de contratação por hora trabalhada, com jornada flexível, informa GERALDA DOCA. Na prática, a empresa vai acionar o funcionário a qualquer momento e dia da semana, sem precisar cumprir o horário comercial. O trabalhador poderá ter mais de um patrão, e os direitos trabalhistas serão pagos proporcionalmente. Além disso, o prazo para contratos temporários, que hoje é de 90 dias, será ampliado para 180, prorrogáveis por mais 45 dias. As mudanças visam a permitir a abertura de vagas já neste dezembro. (Pág. 27)</p>
<p><strong>Projetos de Pezão ficam para 2017</strong><br />
A Alerj adiou para o ano que vem a votação de projetos importantes do ajuste fiscal do estado. (Pág. 8)</p>
<p><strong>Grupo tem privilégio do salário em dia</strong><br />
Exceção no funcionalismo estadual, servidores da Secretaria de Fazenda recebem em dia. (Pág. 14)</p>
<p><strong>Foto-legenda: ‘Não há espaço para feitiçarias’</strong><br />
Ao lado de um Papai Noel e da primeira-dama, Marcela Temer, o presidente distribuiu presentes, no Palácio do Planalto, para alunos de uma escola rural do Distrito Federal. Um dia após a divulgação de medidas contra a recessão, ele afirmou que “não há mais espaço para feitiçarias” na economia. (Pág. 6)</p>
<p><strong>Moro manda Cunha para presídio em que está Dirceu</strong><br />
O juiz Sérgio Moro, da Lava-Jato, decidiu transferir o ex-deputado Eduardo Cunha da sede da PF em Curitiba para o Complexo Médico Penal de Pinhais, onde está o ex-ministro José Dirceu. (Pág. 4)</p>
<p><strong>Cabral, sua mulher e mais cinco viram réus por propina</strong><br />
O ex-governador Sérgio Cabral, a mulher dele, Adriana Ancelmo, e mais cinco investigados se tornaram réus por esquema de propina no Comperj. Cabral deve voltar a cumprir pena no Rio. (Pág. 3)</p>
<p><strong>Presente para o TCE</strong><br />
Segundo a Calicute, Cabral pagou R$ 23 mil em diárias de resort para o presidente do TCE. (Pág. 3)</p>
<p><strong>PF desarticula quadrilha em mineração</strong><br />
Rede de corrupção desviava parte dos royalties de mineração arrecadados e que seriam destinados a municípios. (Pág. 30)</p>
<p><strong>Cargo para Clarissa Garotinho</strong><br />
A administração do prefeito eleito, Marcelo Crivella, deve ter a deputada federal Clarissa Garotinho na Secretaria do Trabalho. Indio da Costa vai para a Educação, e Teresa Bergher, para o Desenvolvimento Social. (Pág. 18)</p>
<p><strong>Alckmin e Aécio em conflito</strong><br />
O governador Geraldo Alckmin se irritou com a decisão do PSDB de manter Aécio Neves no comando do partido. (Pág. 5)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete: Cervejaria foi usada pela Odebrecht para comprar apoio político</strong><br />
Em acordo de delação premiada, ex-executivos da empreiteira afirmaram ter feito repasses por meio da Itaipava; até R$ 100 mi foram transferidos para a empresa<br />
Ex-executivos da Odebrecht afirmam no acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República que usaram empresas dos donos do Grupo Petrópolis, fabricante da cerveja Itaipava, para distribuir dinheiro a políticos por meio de doações eleitorais e entregas de dinheiro vivo. Nas negociações, Luiz Eduardo Soares, o Luizinho, funcionário do departamento de propina da empreiteira, prometeu contar como a Odebrecht injetou R$ 100 milhões em conta operada pelo contador do Grupo Petrópolis no Antígua Overseas Bank e construiu fábricas para a cervejaria. A contrapartida do grupo era fornecer dinheiro no Brasil que teria sido repassado a campanhas eleitorais e agentes públicos. No caso das doações, após compensado com pagamentos no exterior, o Grupo Petrópolis usava suas empresas para efetuar repasses a políticos. A Lava Jato já havia identificado que executivos ligados à Odebrecht e ao Grupo Petrópolis eram sócios no Meinl Bank Antígua, usado pela empreiteira para operar contas no exterior. (POLÍTICA / PÁG. A4)</p>
<p><strong>Cabral vira réu por corrupção</strong><br />
O juiz Sérgio Moro abriu ação penal contra o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) por propina nas obras do Comperj. Também foi aberta ação contra outros 6 investigados, entre eles Adriana Ancelmo, mulher de Cabral. (PÁG. A6)</p>
<p><strong>Temer quer criar uma secretaria para impulsionar o crescimento</strong><br />
Na tentativa de reativar a economia, o governo pretende criar uma secretaria responsável pela agenda de medidas microeconômicas. Ao mesmo tempo, conta com a redução dos juros cobrados pelos bancos, na esteira da queda da taxa Selic. O economista João Manoel Pinho de Mello é cotado para assumir a nova secretaria, em março. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B4)</p>
<p><strong>Foto-legenda: Sem truques</strong><br />
Temer e a primeira-dama, Marcela, em cerimônia de Natal; presidente disse não haver espaço para ‘feitiçarias’ na economia. (PÁG. B4)</p>
<p><strong>Pastor Silas Malafaia é alvo de operação da PF</strong><br />
A PF deflagrou operação contra suposto esquema de corrupção envolvendo royalties da mineração. O pastor Silas Malafaia foi obrigado a depor. Ele recebeu R$ 100 mil de um envolvido. “Recebi cheque de uma pessoa e isso me torna participante de um crime? Estou indignado”, escreveu. (POLÍTICA / PÁG. A10)</p>
<p><strong>Vereadores tentam elevar salário em SP</strong><br />
Por falta de quórum, a Câmara de São Paulo deixou de aprovar ontem aumento de 26,3% para os 55 vereadores. Plano era elevar salário de R$ 15.031,76 para R$ 18.991,68. (METRÓPOLE / PÁG. A19)</p>
<p><strong>Haddad desvincula R$ 315 mi em receita</strong> (Metrópole/ Pág. A18)</p>
<p><em>Notas &amp; Informações</em><br />
<strong>Um pacote de modernização</strong><br />
As medidas de fortalecimento econômico são mais amplas do que se permitia prever. (PÁG. A3)</p>
<p><strong>Desrespeito como estratégia</strong> (PÁG. A3)</p>
<hr />
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete: Réu pela 2ª vez, Cabral será julgado por Moro</strong><br />
<em>Ex-governador é acusado de desvios em obra da Petrobras; sua defesa nega</em><br />
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) tornou- se réu na Lava Jato sob acusação de corrupção na obra do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), ligado à Petrobras. O juiz Sergio Moro aceitou nesta sexta-feira (16) a denúncia apresentada pela força-tarefa da operação. A mulher do peemedebista, a advogada Adriana Ancelmo, também se tornou ré. Preso em Curitiba, Cabral já era réu no Rio sob acusação de receber propina em obras estaduais, como o Arco Metropolitano e a reforma do Maracanã. Por determinação da Justiça, ele voltará à capital fluminense. Segundo a denúncia, o ex-governador recebeu da Andrade Gutierrez R$ 2,7 milhões em dinheiro pelo contrato— 1% do que foi destinado à empresa pelo serviço. O pagamento teria sido solicitado por ele em 2008, durante reunião no Palácio da Guanabara. De acordo com o Ministério Público, a verba foi usada para comprar artigos como roupas de grife e móveis de luxo. A defesa de Cabral disse que “demonstrará no processo a total improcedência da acusação” e criticou a tramitação na Justiça Federal do Paraná. (Poder A4)</p>
<p><strong>Lula torna-se réu pela quarta vez, agora na Operação Zelotes</strong> (Poder A5)</p>
<p><strong>Foto-legenda: Ho,Ho,Ho!</strong><br />
O presidente Michel Temer, a primeira-dama, Marcela, e Marcelo Noronha (há 21 anos Papai Noel dos correios) em cerimônia de entrega de presentes para alunos de escola pública de sobradinho (dF), no Planalto (Poder A4)</p>
<p><strong>Malafaia é alvo de operação da Polícia Federal</strong><br />
O pastor Silas Malafaia foi conduzido à força para depor em operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema de corrupção. A PF apura se ele lavou dinheiro ao receber cerca de R$ 100 mil de escritório de advocacia investigado e se usou contas de sua igreja para esconder dinheiro. Malafaia disse ser alvo de retaliação da Justiça. (Poder A8)</p>
<p><strong>Judiciário tem se blindado ao longo de décadas</strong><br />
Eloísa Machado &#8211; <strong>Especial para a Folha</strong><br />
Neste momento, barrar o debate sobre abuso de autoridade, mesmo com todos os seus graves defeitos, é nada mais do que se defender de qualquer tipo de controle, a pior face do Judiciário, onde demanda corporativa se mata no peito. (Poder A7)</p>
<p><strong>Acidente que matou filho de Alckmin teve perícia falha</strong><br />
A Polícia Científica de SP escalou perito sem qualificação técnica sobre acidentes aéreos para apurar causas da queda do helicóptero que matou o filho do governador Geraldo Alckmin. O Ministério Público refutou o laudo. A Secretaria da Segurança Pública defendeu a capacitação do perito. (Cotidiano B9)</p>
<p>Ronaldo Caiado<br />
<strong>Presidente Temer deveria chamar novas eleições</strong> (Mercado A23)</p>
<p>Editoriais<br />
Leia <strong>“Horizonte incerto”</strong>, acerca de delações premiadas da Odebrecht envolvendo Michel Temer, e <strong>“Sul”</strong>, sobre pesquisas brasileiras na Antártida. (Opinião A2)</p>
<hr />
<p><strong>Edição:</strong> Equipe Sintracoop, Sábado, 17 de Dezembro de 2016</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manchete nos Jornais desta Sexta, 16 de Dezembro de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2016 10:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente é citado pela 2ª vez em delação da Odebrecht O Planalto confirmou que Michel Temer se encontrou em São Paulo com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e um “empresário” interessado em ajudar campanhas do PMDB. Seria Márcio Faria, então presidente da Odebrecht Engenharia Industrial. Ele disse ao MPF que, na reunião em 2010,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Presidente é citado pela 2ª vez em delação da Odebrecht</strong><br />
O Planalto confirmou que Michel Temer se encontrou em São Paulo com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e um “empresário” interessado em ajudar campanhas do PMDB. Seria Márcio Faria, então presidente da Odebrecht Engenharia Industrial. Ele disse ao MPF que, na reunião em 2010, Temer e Cunha teriam pedido recursos para campanha e a liberação do dinheiro estaria vinculada a contratos da empreiteira com a Petrobrás&#8230;<br />
<strong>Janot analisa suspeição de Dias Toffoli em inquérito</strong><br />
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, analisa se pedirá o afastamento do ministro do STF Dias Toffoli de investigações sobre suposto pagamento de propina ao ex-ministro Paulo Bernardo e sua mulher, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Mensagens apreendidas pela PF apontam que Toffoli tem “amizade íntima” com o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas, um dos investigados. O gabinete de Toffoli diz que suas decisões se pautam na lei&#8230;</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete: Pacote incentiva redução de dívida e eleva ganho do FGTS</strong><br />
<em>Refis beneficiará pessoas físicas</em><br />
<em>Multa por demissão será reduzida</em><br />
<em>Plano prevê desburocratização</em><br />
Em meio à recessão e ao agravamento da crise política, o presidente Temer lançou um pacote para estimular a economia que prevê amplo programa de regularização de dívidas tributárias para empresas e pessoas físicas. Até débitos recentes, vencidos em novembro, terão condições facilitadas. O governo também vai elevar o ganho dos trabalhadores com conta no FGTS, distribuindo parte do lucro do Fundo aos cotistas. O adicional de 10% sobre o FGTS que empresas pagam em caso de demissão sem justa causa será aos poucos extinto. Para analistas, a renegociação com o Fisco ajudará empresas e consumidores de imediato, mas o conjunto de medidas não terá impacto a curto prazo. (Pág. 19)</p>
<p><strong>Preço poderá ser diferente no cartão</strong><br />
O governo vai editar uma medida provisória para permitir que lojistas pratiquem preços diferentes no cartão de crédito e no pagamento em dinheiro ou débito. Associações de defesa do consumidor criticaram a decisão. Em outra frente, o governo quer reduzir os juros cobrados do consumidor final. (Pág. 20)</p>
<p>MÍRIAM LEITÃO<br />
<strong>Melhorar ambiente de negócios tem que ser tarefa do dia a dia.</strong> (Pág. 20)</p>
<p><strong>Aliados planejam mudar transição na Previdência</strong><br />
Partidos governistas articulam ajuste na reforma. Todos os trabalhadores, mesmo os mais jovens, teriam direito a alteração gradual de regras. Idade mínima de 65 anos valeria para quem ainda não entrou no mercado (Pág. 21)</p>
<p><strong>Choque entre poderes</strong><br />
O Senado recorreu ao STF para tentar revogar a liminar do ministro Luiz Fux que anulou votação da Câmara sobre o pacote anticorrupção. Os presidentes do Senado e da Câmara criticaram Fux, que diz não ter havido interferência de um poder no outro. (Págs. 3 e 4)</p>
<p>MERVAL PEREIRA<br />
<strong>O ministro Fux se excedeu ao conceder a liminar.</strong> (Pág. 4)</p>
<p><strong>MP denuncia Lula pela quinta vez</strong><br />
O ex-presidente Lula, a mulher dele, Marisa Letícia, Marcelo Odebrecht e mais cinco pessoas foram denunciados pela Lava-Jato. É a quinta denúncia contra Lula no ano, sendo três pela Operação Lava-Jato. (Pág. 5)</p>
<p><strong>Plano é metrô municipal</strong><br />
O prefeito eleito Marcelo Crivella, diplomado ontem, quer municipalizar o metrô. Ele disse que “Deus vai ajudar a fazer o impossível”. (Págs. 9 e 10)</p>
<p><strong>Quase todos os vereadores presos</strong> (Pág. 7)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete: Temer lança pacote; mercado vê efeito só no longo prazo</strong><br />
<em>Medidas mudam FGTS e facilitam o pagamento de dívidas de empresas</em><br />
O presidente Michel Temer lançou ontem um pacote de medidas para tentar reduzir endividamento de empresas, combater desemprego e burocracia e estimular a atividade econômica. “Depois da recessão é que nasce o crescimento e o emprego”, afirmou, ao lado dos presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Rodrigo Maia. Para o mercado, porém, as medidas, apesar de positivas, só devem provocar efeito, se forem realmente implementadas, no longo prazo. A lista anunciada pelo governo inclui novidades, como distribuição do lucro do FGTS entre trabalhadores cotistas, e medidas que ainda não estão prontas, como redução do prazo para que lojistas recebam dinheiro de compras em cartão de crédito. Há ainda promessas já anunciadas por gestões anteriores, como criação de cadastros nacionais de imóveis e redução de tempo de exportação e importação, e iniciativas para tentar reduzir taxas de juros cobradas por bancos. (ECONOMIA / PÁGS. B1 a B4)</p>
<p><strong>Presidente é citado pela 2ª vez em delação da Odebrecht</strong><br />
O Planalto confirmou que Michel Temer se encontrou em São Paulo com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e um “empresário” interessado em ajudar campanhas do PMDB. Seria Márcio Faria, então presidente da Odebrecht Engenharia Industrial. Ele disse ao MPF que, na reunião em 2010, Temer e Cunha teriam pedido recursos para campanha e a liberação do dinheiro estaria vinculada a contratos da empreiteira com a Petrobrás. (POLÍTICA / PÁG. A4)</p>
<p><strong>Janot analisa suspeição de Dias Toffoli em inquérito</strong><br />
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, analisa se pedirá o afastamento do ministro do STF Dias Toffoli de investigações sobre suposto pagamento de propina ao ex-ministro Paulo Bernardo e sua mulher, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Mensagens apreendidas pela PF apontam que Toffoli tem “amizade íntima” com o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas, um dos investigados. O gabinete de Toffoli diz que suas decisões se pautam na lei. (POLÍTICA / PÁG. A5)</p>
<p><strong>MP Eleitoral vê traços de fraude</strong><br />
O Ministério Público Eleitoral achou “fortes traços de fraude e desvio de recursos” em dados da quebra de sigilo bancário de gráficas contratadas pela chapa Dilma-Temer em 2014. (PÁG. A4)</p>
<p><strong>Lula é alvo de nova denúncia</strong><br />
Ex-presidente é acusado na Lava Jato de receber propina da Odebrecht por meio de um terreno, que seria destinado ao seu instituto, e de um apartamento em São Bernardo do Campo. (PÁG. A6)</p>
<p><strong>Direto da fonte</strong><br />
<em>‘É imperativo que a ordem se acate’</em><br />
A presidente do Supremo, Cármen Lúcia, faz um alerta: “É imperativo que a ordem se acate. Sem isso, os tempos podem não ser de dificuldades, mas de incontida conturbação social”. (CADERNO2 / PÁG. C2)</p>
<p><strong>Haddad cumpre 66 de 123 metas</strong><br />
O prefeito Fernando Haddad fechará o mandato com 53% das metas cumpridas. O índice é quase o mesmo que o alcançado pelo antecessor, Gilberto Kassab (55%). (METRÓPOLE / PÁG. A14)</p>
<p><em>Notas &amp; Informações</em><br />
<strong>Momentos esquisitos</strong><br />
Como as instituições podem ir bem se aqueles que delas fazem parte adotam atitudes perniciosas? (PÁG. A3)</p>
<p><strong>Enquanto isso, o País afunda.</strong> (PÁG. A3)</p>
<hr />
<p><strong>Edição</strong>: Equipe Sintracoop, Sexta, 16 de Dezembro de 2016</p>
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		<title>Manchete nos Jornais desta Quinta, 15 de Dezembro de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Cambé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchetes dos Jornais]]></category>
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					<description><![CDATA[STF manda Câmara votar de novo pacote anticorrupção O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o projeto anticorrupção, desfigurado na Câmara e remetido ao Senado, volte à estaca zero, com a retomada das discussões sobre a proposta original. A decisão é mais um capítulo do embate de Judiciário e Legislativo. Fux]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>STF manda Câmara votar de novo pacote anticorrupção</strong><br />
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o projeto anticorrupção, desfigurado na Câmara e remetido ao Senado, volte à estaca zero, com a retomada das discussões sobre a proposta original. A decisão é mais um capítulo do embate de Judiciário e Legislativo. <strong>Fux sustentou que projetos de iniciativa popular não devem ser descaracterizados.</strong> A proposta teve 11 emendas aprovadas pelos deputados, entre elas a que trata de crimes por abuso de autoridade, e foi duramente criticada por entidades e pela força-tarefa da Lava Jato.</p>
<p><strong>Maia vê ‘intromissão indevida’</strong><br />
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, classificou como “estranha” e “intromissão indevida” a liminar do ministro Luiz Fux que determina que o pacote anticorrupção volte a ser analisado pela Casa.</p>
<hr />
<h1>O Globo</h1>
<p><strong>Manchete : Supremo anula votação que desfigurou pacote</strong><br />
<em>Liminar do ministro Fux considerou irregular tramitação na Câmara</em><br />
As dez propostas do projeto anticorrupção terão de ser novamente apreciadas pelos deputados e, desta vez, serem analisadas como o texto original de iniciativa popular<br />
Liminar do ministro Luiz Fux, do STF, anulou a votação da Câmara que desfigurou o pacote anticorrupção. Respaldado por dois milhões de assinaturas de cidadãos brasileiros, o texto inicial com dez medidas anticorrupção terá agora de tramitar como proposta de iniciativa popular. Fux afirma que houve “evidente sobreposição do anseio popular pelos interesses parlamentares ordinários”. No mesmo dia, o presidente do Senado, Renan Calheiros, tentou votar a proposta que define crimes de abuso de autoridade de juízes e procuradores, mas não conseguiu. (Págs. 3, 4 e Merval Pereira)</p>
<p><strong>Renan, em seus dias finais no comando</strong><br />
Em seus últimos dias na presidência do Senado, Renan Calheiros age com força e beligerância, relata MARA BERGAMASCHI. (Pág. 6)</p>
<p><strong>Assessor de Temer se demite após delação</strong><br />
Assessor especial de Michel Temer, José Yunes pediu demissão do cargo cinco dias após ter sido citado em delação da Odebrecht. (Pág. 8)</p>
<p><strong>Rio deve ter alívio de R$ 14 bi</strong><br />
<em>Senado aprova projeto de lei que prevê suspensão por 3 anos nas dívidas de estados em pior situação</em><br />
O Senado aprovou ontem a criação de um regime de recuperação fiscal para os estados. A medida prevê que os de pior situação financeira, como Rio, Minas e Rio Grande do Sul, possam suspender o pagamento de suas dívidas com a União por 36 meses. No caso do Rio, isso poderá representar um alívio de cerca de R$ 14 bilhões. Em troca, eles terão de adotar duras medidas de ajuste fiscal e serão incentivados a transferir para a União ativos que possam ser privatizados e, assim, abaterem parte de suas dívidas. A Cedae deve fazer parte dessa negociação. (Pág. 28)</p>
<p><strong>(1921-2016) Dom Paulo Evaristo Arns &#8211; O cardeal da coragem</strong><br />
Arcebispo emérito de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns foi um símbolo da luta contra a ditadura, da defesa da liberdade de expressão e da ala progressista da Igreja Católica (Págs. 12 a 14)</p>
<p><strong>Cabral indiciado na Lava-Jato</strong><br />
A PF em Curitiba indiciou o ex-governador Sérgio Cabral e mais dois por corrupção e lavagem de dinheiro. Ele teria recebido R$ 2,7 milhões em propinas no Comperj. (Pág. 11)</p>
<p><strong>FGTS poderá ter retorno maior</strong><br />
No pacote para estimular a economia, o governo deve elevar a remuneração do FGTS. Parte do lucro do Fundo poderá ser distribuída a trabalhadores com contas no FGTS. (Pág. 25)</p>
<hr />
<h1>O Estado de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : STF manda Câmara votar de novo pacote anticorrupção</strong><br />
<em>Liminar de Luiz Fux manda deputados reavaliarem proposta original; Gilmar Mendes fala em ‘AI-5 do Judiciário’</em><br />
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o projeto anticorrupção, desfigurado na Câmara e remetido ao Senado, volte à estaca zero, com a retomada das discussões sobre a proposta original. A decisão é mais um capítulo do embate de Judiciário e Legislativo. Fux sustentou que projetos de iniciativa popular não devem ser descaracterizados. A proposta teve 11 emendas aprovadas pelos deputados, entre elas a que trata de crimes por abuso de autoridade, e foi duramente criticada por entidades e pela força-tarefa da Lava Jato. Horas depois, o ministro Gilmar Mendes, também do STF, reagiu à decisão de Fux e a classificou como o “AI-5 do Judiciário”. Ele disse que seria “melhor fechar o Congresso” e “entregar a chave ao Dallagnol”, numa referência ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa e um dos articuladores do pacote anticorrupção.</p>
<p>(POLÍTICA / Pág. A4)<br />
<strong>Maia vê ‘intromissão indevida’</strong><br />
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, classificou como “estranha” e “intromissão indevida” a liminar do ministro Luiz Fux que determina que o pacote anticorrupção volte a ser analisado pela Casa.</p>
<p>(Pág. A4)<br />
<strong>Yunes, assessor e amigo de Temer, deixa o governo</strong><br />
Assessor especial da Presidência e amigo do presidente Michel Temer, José Yunes deixou o governo após ser citado em delação da Odebrecht. No fim de semana, Temer havia decidido que Yunes, Eliseu Padilha e Moreira Franco deveriam sair, mas mudou de ideia ao avaliar que base no Congresso correria risco, informa a Coluna do Estadão.</p>
<p>(POLÍTICA / Págs. A4 e A7)<br />
<strong>Renan sofre nova derrota na lei sobre abuso</strong><br />
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi derrotado ontem na tentativa de votar projeto de abuso de autoridade. Após ser alvo de críticas por parte da maioria das lideranças da Casa, o senador recuou e decidiu encaminhar a proposta, de sua autoria, para discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).</p>
<p>(POLÍTICA / Pág. A5)<br />
<strong>Odebrecht cita propina para submarino nuclear</strong><br />
Em sua delação, a Odebrecht detalhará pagamentos relacionados ao Programa de Desenvolvimento de Submarino (Prosub) da Marinha, informam Fabio Serapião e Beatriz Bulla. Nas tratativas com a Procuradoria-Geral da República, foram citados pelo menos dois deles, feitos por offshore no exterior. O projeto do submarino nuclear foi inicialmente orçado em R$ 23 bilhões. Para tirá-lo do papel, o Brasil fez parceria com a França.</p>
<p>(POLÍTICA / Pág. A8)<br />
<strong>Morre o homem que a ditadura não silenciou</strong><br />
Um dos grandes líderes da Igreja Católica, d. Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo, morreu ontem, aos 95 anos. O cardeal que dedicou a vida aos pobres e à defesa dos direitos humanos no País tornou-se símbolo de resistência ao regime militar.</p>
<p>(METRÓPOLE / Págs. A17 a A19)<br />
<strong>Braskem faz acordo de leniência de R$ 3 bi</strong> (Economia / Pág. B13)</p>
<p><strong>Senado aprova veto à cobrança por bagagem</strong> (Metrópole / Pág. A21)</p>
<p>José Roberto de Toledo<br />
<strong>Temer está cada vez mais solitário. Perdeu braço do ‘é dando que se recebe’ e não conseguiu prótese.</strong></p>
<p>(POLÍTICA / Pág. A6)<br />
Veríssimo<br />
<strong>Como seriam as cotações de políticos na Odebrecht? Um Renan vale quantos Geddeis?</strong></p>
<p>(CADERNO2 / Pág. C14)<br />
<em>Notas &amp; Informações</em><br />
<strong>O que se espera de Temer</strong><br />
A crise econômica só será superada quando for controlada a crise derivada do colapso moral. (Pág. A3)</p>
<p><strong>Começando pelo teto</strong><br />
Com a PEC do Teto, governo estará mais equipado para iniciar o restauro das finanças da União. (Pág. A3)</p>
<hr />
<h1>Folha de S. Paulo</h1>
<p><strong>Manchete : Pacote anticorrupção causa choques no STF e na Câmara</strong><br />
<em>Ministro Luiz Fux devolve medidas a deputados; Gilmar e Maia reagem a ‘intromissão’</em><br />
O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quarta (14) que a Câmara dos Deputados analise novamente o pacote anticorrupção votado pelos deputados e enviado ao Senado. A decisão, em caráter liminar (provisório), abriu novo embate entre Judiciário e Legislativo e dentro do próprio Supremo. “Ê uma intromissão indevida”, disse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). “[Fux] deveria fechar o Congresso de uma vez e dar a chave à Lava Jato”, afirmou à Folha o ministro Gilmar Mendes. Segundo ele, o projeto foi feito pelos investigadores e “atende a interesses dessa equipe”. O projeto, de iniciativa popular, teve origem em campanha do Ministério Público e colheu mais de 2 milhões de assinaturas. Foi votado e alterado pelos deputados na madrugada de 30 de novembro. Fux determinou que a tramitação volte à estaca zero porque o texto foi alterado com emendas parlamentares, entre elas a que dispõe sobre abuso de autoridade de juízes e membros do Ministério Público. (Poder A6)</p>
<p><strong>Assessor de Temer citado pela Odebrecht se demite</strong><br />
Citado na delação premiada de um ex-executivo da Odebrecht, José Yunes pediu nesta quarta (14) demissão do cargo de assessor especial da Presidência. Ele é amigo próximo de Michel Temer. Segundo o delator, parte de R$ 10 milhões repassados ao PMDB em 2014 foi entregue no escritório de Yunes. Ele nega o recebimento. (A4)</p>
<p><strong>Para contornar insatisfações, Temer planeja substituição de ministros.</strong> (A5)</p>
<p><strong>1921-2016 &#8211; Morre D. Paulo Evaristo Arns</strong><br />
Morreu na manhã desta quarta (14), na capital paulista, o arcebispo emérito de São Paulo e cardeal dom Paulo Evaristo Arns, aos 95 anos. Ele estava internado desde o último dia 28 com problemas pulmonares. Símbolo progressista da Igreja Católica no Brasil, d. Paulo foi um dos principais nomes na defesa dos direitos humanos durante a ditadura. O sepultamento, na Catedral da Sé, será realizado na sexta (16). (Poder a10)</p>
<p><strong>RJ, MG e RS podem ter até 36 meses para quitar dívidas</strong> (Mercado a17)</p>
<p><strong>Braskem firma acordo na Lava Jato e terá que pagar R$ 3,1 bi</strong> (Poder a8)</p>
<p>Foto-legenda : <strong>Barrada</strong><br />
Delcy Rodriguez,chanceler da Venezuela, tenta entrar em reunião do Mercosul em Buenos Aires para a qual não foi convidada; seu país está suspenso do bloco (Mundo a12)</p>
<p>Painel<br />
<strong>Tucanos devem reconduzir Aécio à chefia do partido</strong> (Poder a4)</p>
<p>Editoriais<br />
Leia<strong> “Paulo Evaristo Arns”</strong>, acerca de morte do arcebispo emérito de São Paulo, e<strong> “Bagagem transparente”,</strong> sobre pacote de novas regras na aviação. (Opinião a2)</p>
<hr />
<p><strong>Edição:</strong> Equipe Sintracoop, Quinta, 15 de Dezembro de 2016</p>
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